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Imprensa Semanal

Costa do Marfim, Secreta da França, Bissau !

Áudio 04:00
Capas de magazines news franceses de 17 de dezembro de 2016
Capas de magazines news franceses de 17 de dezembro de 2016 RFI

Da Costa do Marfim, passando pelos serviços secretos ou o sistema de ensino superior em França, até ao genocídio ruandês, em romance e a carreira internacional do guineense, Carlos Lopes, eis alguns dos assuntos analisados pela imprensa semanal francesa.Costa do Marfim, o grande teste, é a capa da JEUNE AFRIQUE, sublinhando que mais de mil candidatos, muitos deles independentes, partidos e alianças, estão a participar nas eleições legislativas de 18 de dezembro, tentando esboçar o futuro do país, na óptica das presidenciais de 2020.Nigéria: o despertar de Biafra, é do AFRICA CONFIDENTIAL. Há 5 anos, o movimento para a criação de uma nação Igbo, Biafra, parece ter-se afogado nas águas do delta do Níger.Hoje remobilizam-se à volta da prisão e do futuro julgamento do activista conhecido, Nnamdi Kanu, animador na Rádio Biafra e contra a brutalidade do exército face a manifestações pacíficas, atrocidades detalhadas num relatório da Amnistia Internacional, publicado em novembro, nota AFRICA CONFIDENTIAL. Por seu lado, TÉLÉRAMA, faz a sua capa com Gaël Faye, rosto do prémio do romance de estudantes France Culture/Télérama. Romance do paraíso perdido da infância é um dos motivos centrais do Petit Pays, onde o romancista bebe no tema do exílio.Outra figura africana, o guineense Carlos Lopes, que numa longa entrevista à JEUNE AFRIQUE, defende a industrialização como prioridade absoluta para a África. Após 28 anos passados na ONU, o até recentemente patrão da Comissão económica da ONU para a África, o economista Carlos Lopes, poisou agora as malas, na Universidade do Cabo na África do sul e na Universidade de Oxford, no Reino Unido, sublinha a JEUNE AFRIQUE.Enfim, LE POINT, faz a sua capa com os serviços secretos franceses, história, heróis, novas operações e o general Jean Heinrich, antigo chefe do serviço de Acção da Secreta francesa, afirmando que os seus serviços agiam na ilegalidade levada ao extremo e que o país, perdeu um inimigo, [União soviética], racional e organizado. 

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