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Imprensa Semanal

África, Trump e primárias socialistas em França

Áudio 04:00
Capas de magazines news franceses de 28 de janeiro de 2017
Capas de magazines news franceses de 28 de janeiro de 2017 RFI

De Angola, passando pelas primárias socialistas ou as escolas de negócios e de engenharia em França, até ciberguerra, Internet ou Trump e a África, são estes alguns dos temas desta Imprensa Semanal. Angola, com a Nigéria são os dois principais produtores africanos de petróleo, confrontados com dificuldades fiscais. David Cowan, economista da Citi, é pessimista em relação a Angola. Com eleições previstas para agosto começará a transição entre o presidente, José Eduardo dos Santos, no poder há 38 anos e o seu sucessor. O Estado está confrontado com um serviço de dívida exorbitante. Antes Angola conseguiu resolver o problema vendendo antecipadamente petróleo. Segundo economistas em Luanda deveria aceitar um reajuste das suas taxas de câmbio, acrescenta, ÁFRICA CONFIDENCIAL.Por seu lado, L' OBS, sobre a França faz a sua capa com Benoit Hamon, a declarar que Valls é o homem que cria mais clivagens à esquerda. Numa entrevista exclusiva ao L'OBS, Hamon questiona: Valls? Ele brinca com a angústia dos franceses. Macron? É  o representante da França que vai bem. Mélenchon? O seu projecto condzuirá ao Frexit. Liderando as primárias da esquerda, Hamon deputado socialista, distribui bofetadas a toda a gente. A sua reforma de um rendimento universal teve uma dimensão vertiginosa.CHALLENGES, debruça-se sobre os melhores preparatórios para as grandes escolas de engenharia e de negócios em França. As classificações confirmam a supremacia dos estabelecimentos de ensino privados, sobretudo na economia e negócios. Apenas os preparatórios da alínea das ciências escapam a esta evolução, com as classificações a colocar o sector público à frente para as entradas nas 6 melhores escolas de engenharia, nota CHALLENGES.LE POINT, por seu lado faz a sua capa com o dia em que a Internet deixar de funcionar, a nova ciberguerra mundial. Espiões, exércitos e terroristas do terceiro género. Ameaças e manual de sobrevivência. Vertiginoso. E se a Internet desaparecer?O cenário é levado a sério pelos estados que receiam ataques em massa de hackers, terroristas ou de potências rivais. No início de novembro de 2016, um país foi atingido por um dos maiores ciberataques da história. Estão a pensar nos Estados Unidos, onde serviços do Twitter, Amazon e ebay foram interrompidos durante várias horas? Não, um país inteiro desconectado durante uma semana, piratas informáticos paralisaram minuciosamente todas as infraestruturas de telecomunicações da Libéria tornando o acesso à Net quase impossível.Como sempre no ciberespaço os atacantes não foram formalmente identificados, mas um grupo de hackers quis mostrar aquilo que é capaz de fazer, nota LE POINT.Enfim, a JEUNE AFRIQUE, destaca Trump, o grande salto na escuridão…o que a África pode dele esperar.Para o historiador franco-senegalês Pap Ndiaye, especialista dos Estados Unidos, os africanos  têm de estar preocupados com a chegada ao poder de Trump, porque há cada vez mais africanos que emigram para os Estados Unidos, nomeadamente estudantes financiados por Universidades e Fundações americanas. Em resumo, pode-se esperar tudo da presidência de Trump e mesmo por decisões explosivas na região de África e Médio oriente, acrescenta o historiador nas páginas da JEUNE AFRIQUE.

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