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FRANÇA/ANGOLA

França: Angolana no concerto dos Resistência de Paris

Lúcia de Carvalho na capa do seu último álbum "Kuzola".
Lúcia de Carvalho na capa do seu último álbum "Kuzola". Lucia de Carvalho

Na primeira parte do concerto dos Resistênca, no Bataclan, ontem à noite, tocaram dois artistas residentes em França, vencedores do Prémio Cap Magellan de melhor revelação artística 2016, Dani Selva e Lúcia de Carvalho. Esta ultima, é de origem angolana, viveu em Portugal e no Brasil, antes de se instalar em França.

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Aos 36 anos, Lúcia de Carvalho tem um percurso rico. Nascida em Luanda, foi viver para as imediações de Lisboa, aos 6 anos, também passou pelo Brasile acabou por ser adoptada por uma família francesa aos 12 anos de idade. Este percurso de vida influenciou a sua música que abrange várias sonoridades, à imagem do seu último trabalho editado no ano passado, o disco "Kuzola", a meio caminho entre o Brasil, Angola e a França. 

Em entrevista com Vítor Matias, a artista deu conta do seu sentimento ao participar este Domingo no concerto dos Resistência aqui em Paris e sobretudo falou do seu percurso pessoal.

Refira-se que o concerto organizado ontem à noite para comemorar os 25 anos de existência da associação lusófona Cap Magellan, realizou-se na sala de concertos do Bataclan que -lembramos- foi um dos alvos dos atentados do 13 de Novembro de 2015. O assalto contra esta sala causou cerca de 90 mortos e só um ano depois o Bataclan tornou a abrir as suas portas com um muito simbólico concerto do artista britânico Sting.

 

 

 

 

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