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FRANÇA

França: Atentado terrorista junto ao Museu do Louvre

Polícias e militares junto ao Louvre a 3 de Fevereiro após uma agressão com arma branca.
Polícias e militares junto ao Louvre a 3 de Fevereiro após uma agressão com arma branca. AFP

Um homem que tentou agredir militares com uma catana num centro comercial junto ao Museu do Louvre, em Paris, foi atingido por cinco disparos. Ele teria gritado "Deus é grande" em árabe antes da agressão. O chefe do executivo denuncia um atentado terrorista.

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O chefe do executivo francês Bernard Cazeneuve, que acumula a pasta do interior, denunciou um "ataque de tipo terrorista" e o departamento anti-terrorista do Ministério público francês tomou conta da ocorrência.

Bernard Cazeneuve  sublinhou que de  momento não é  conhecida a  identidade do autor do  ataque ao pessoal que mantem  a segurança  à  entrada da galeria Carroussel do Louvre, nem quais são as  suas motivações. O  Primeiro-Ministro francês realçou também a coragem dos militares e  demais forças de segurança, perante o contexto de tensão e  permanente ameaça terrorista.

 

Tudo terá ocorrido cerca das 10 da manhã na escada rolante que dá acesso à galeria comercial "Carrosel du Louvre" anexa ao Museu do mesmo nome, o maior da França.

Um homem armado, pelo menos, com uma catana ameaçou militares presentes no local e gritou "Deus é grande" em árabe antes de passar à agressão com arma branca.

O acto motivou os disparos de um dos militares, facto que feriu o agressor na barriga, informou o equivalente de governador civil de Paris, Michel Cadot.

Uma segunda pessoa com "comportamento suspeito" acabou também por ser detida no local.

A brigada de minas e armadilhas inspeccionou o conteúdo das mochilas que transportava o agressor, no interior dos quais não se encontraram quaisquer explosivos.

Um perímetro de segurança foi estabelecido no local e as estações de metro mais próximas foram encerradas. Os visitantes do Museu do Louvre foram confinados em áreas seguras.

Este atentado ocorre num contexto de ameça muito elevado em França, país abalado por uma série de atentados em 2015 que fizeram 238 mortos.

Alguns destes ataques tinham como alvo militares ou polícias.

Cerca de 3 500 soldados foram mobilizados em Paris e 7 000 ao todo em França no âmbito da operação Sentinela.

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