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Imprensa Semanal

Morte de Tshisekedi, Turquia e Keynes em França

Áudio 04:29
Capas de magazines news franceses de 25 de fevereiro de 2017
Capas de magazines news franceses de 25 de fevereiro de 2017 RFI/João Matos

Abrimos esta Imprensa semanal, com a JEUNE AFRIQUE que faz a sua capa com a RDC, os órfãos de Tshisekedi. O desaparecimento da Esfinge de Limete e as polémicas sobre a organização dos seus funerais mergulham todo um país na confusão e desordem. A morte do lendário opositor da RDC a 1 de fevereiro deu lugar a uma violência verbal surreal roçando a indecência de Bruxelas a Kinshasa, nota JEUNE AFRIQUE.LE POINT, refere-se também a Tshisekedi, o único homem que metia medo ao presidente Joseph Kabila, que reina há 16 anos nesse país rico e eruptivo. Invisível, silêncioso, Kabila ganhou, por enquanto. A31 de dezembro, durante conversações épicas entre a sua maioria e a oposição sob a égide da Igreja católica, Kabila conseguiu num golpe de mestre prolongar o seu mandato que tinha expirado a 19 de dezembro de 2106. Não foi eleito um sucessor e em princípio a eleição presidencial deve ocorrer dentro de um ano. A nível internacional, Turquia, a deriva autoritária, pertence ao COURRIER INTERNATIONAL, que faz a sua capa com um dossier especial sobre o regime de Erdogan visto por Cumhuriyet. Desde a tentativa de golpe de estado de 2016, a purga decidida pelo poder decapitou a quase totalidade dos mídias independentes. Subsiste só ou quase isso, o jornal Cumhuriyet, escreve COURRIER INTERNATIONAL na introdução do especial feito pelo jornal turco da oposição Por cá em França, CHALLENGES faz a sua capa com défice, relançamento, dívida, emprego, desigualdades, proteccionismo… o que diz verdadeiramente Keynes. Os políticos de esquerda e da não se coíbem de se inspirar do grande homem, sobretudo em tempo de eleições. LE POINT faz a sua capa com as descobertas da cronobiologia, o que os cientistas nos ensinam em matéria de saúde, alimentação, sono, concentração ou energia.Por seu lado, a capa do L’OBS, é dedicada ao cérebro, novos tratamentos para a adicção a drogas, depressão, bulimia, anorexia... Muitas afecções podem ou poderão em breve ser tratadas pela psicocirurgia. Em França uma dezena de hospitais já praticam estimulação cerebral profunda. Até onde se pode mudar a personalidade duma pessoa? Na sua reportagem, L'OBS, nota que as pistas estão abertas.. mas o cérebro continua ser um órgão misterioso, movediço, que não cessa de evoluir quando é solicitado: intervir numa zona é expor o doente a modificações profundas de comportamento, imprevisíveis e indesejaveis. Pacientes, sob o efeito da estimulação eléctrica profunda, podem tornar-se tristes, agressivos e exaltados.. de maneira temporária ou reversível, garantem os médicos, acrescenta L'OBS. 

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