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Revista de Imprensa

Guerra do Iémen, Rakka sem liberdade ou poder do Google

Áudio 03:47
Primeiras páginas dos jornais franceses de 31 de julho de 2017
Primeiras páginas dos jornais franceses de 31 de julho de 2017 RFI

As primeiras páginas dos jornais franceses estão divididas entre assuntos de política interna como as dificuldades de Macron e internacional como as guerras do Iémen e Síria. Iémen, a guerra oculta, é o título do vespertino LE MONDE, no quadro de uma série de reportagens. Mais de 100 mil pessoas das quais metade é civil, foram mortas nos últimos 2 anos. O país está devastado pela pior epidemia de cólera do planeta, que atinge cerca de 300 mil pessoas.A feroz luta de influência entre a Arábia saudita e o Irão, dividiu o Iémen em dois, sublinha LE MONDE.Por seu lado, LA CROIX, titula, Rakka, a liberdade ainda não foi conseguida. Após 8 meses de guerra contra Daesh, a vitória, aproxima-se da coligação, que, no entanto, deve ultrapassar as divisões entre curdos e árabes sunitas.A situação no terreno não deixa antever de modo nenhum uma resolução política na Síria, mas mais  uma divisão do país em diferentes zonas de influência, sublinha o jornal católico, LA CROIX.L'HUMANITÉ, titula sobre Valência, laboratório da mudança em Espanha. Há 2 anos, a coligação das forças de esquerda conduz uma política social assumida.Compromissos, a coligação multiplica medidas sociais como luta contra a pobreza ou direito ao alojamento, em paralelo, com reforço de laços entre políticos e cidadãos, acrescenta L'HUMANITÉ.Em relação à actualidade nacional, LE FIGARO, titula, Face às dificuldades, Macron, quer retomar tudo em mãos. Confrontado com uma quebra de popularidade, após vários desaires, o presidente trabalha para melhorar o funcionamento do seu partido, da maioria e do governo.Depois de um exame caótico dos textos sobre a moralização da vida pública, certos deputados macronistas, poderiam perder as suas funções de vice-presidente da Assembleia nacional.O chefe do Estado pede, aliás, aos seus ministros para não ficarem prisineiros da administração pública.Júpiter, um dos cognomes reivindicado pelo presidente Macron, decidiu pôr ordem na sua maioria e já era tempo. A intriga e os obstáculos vão continuar no seio do seu partido ou impressionados pela duração da tarefa que têm de cumprir, os membros da República em Marcha, vão fazer marcha atrás?, pergunta LE FIGARO no seu editorial.Google, Apple, Facebook, Amazona... a Impunidade fiscal, titula LIBÉRATION. Depois de ter escapado ao pagamento de mil e 115 milhões de euros em França, é feita ao Google uma proposta de acordo pelo ministério francês das finanças, que reconhece o fracasso das políticas fiscais europeias face aos chamados GAFA.Ao anunciar uma possível transacção para finalmente pôr o motor de busca a pagar uma parte dos seus impostos em França, o governo defendeo pragmatismo, mas abre a via a uma fiscalidade negociada.Os GAFA, Google, Apple, Facebook e Amazona, defende em entrevista ao LIBÉRATION, Pascal Saint-Amans, têm de pagar impostos, para lá da sua presença física, em França. 

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