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Revista de Imprensa

Furacão Irma provoca estragos em ilhas das Antilhas

Áudio 04:23
Primeiras páginas dos jornais franceses de 07 de setembro de 2017
Primeiras páginas dos jornais franceses de 07 de setembro de 2017 RFI

As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por estragos do furacão Irma nas Antilhas francesas e holandesas, mas a nível internacional, destaque para o desemprego na Grécia ou o referendo de independência da Catalunha. LE MONDE titula furacão Irma semeia devastação nas Antilhas. Ventos atingindo os 360 km por hora varreram várias ilhas das Caraíbas ontem nomeadamente em territórios franceses de Saint-Mratin e S. Barthélemy. A tempestade mais potente jamais registada na região, prossegue a sua rota em direcção do Porto rico e ameaçando Haiti , Flórida e Cuba.Irmagedon, é o titulo do LIBÉRATION, num trocadilho de palavras lembrando a derradeira batalha bíblica de Armagedon, para sublinhar que as Antilhas foram flageladas pelo ciclone mais violento da sua história e encaminha-se agora para o Porto rico e depois Flórida.Ciclones e mudança climática: o que diz a ciência?, pergunta ainda LIBÉRATION. Em resumo, a investigadora de climatologia, Katharine Hayhoe, afirma que as pessoas querem sempre saber se fenómenos particulares, como tempestades, ciclones e furacões, são causados pelo aquecimento global.A resposta   não é nem sim nem não, mas entre os dois. A mudança climática preocupa-nos porque exacerba os riscos naturais aos quais já estamos a ser confrotados, acrescenta a investigora citadae por LIBÉRATION.Irma: as Antilhas fustigadas por um furacão sem precedentes, titula LE FIGARO. As intempéries são cada vez mais violentas logo os prejuízos mais importantes que no passado.Fazendo aumentar o nível dos oceanos, o  aquecimento favorece o risco de submersão (ligadas a ondas e à fraca pressão atmosférica que reina no coração dos ciclones e faz aumentar localmente o nível do mar), sublinha outro investigador, Franck Roux, citado pelo FIGARO.Mudando de assunto, na actualidade internacional, LA CROIX, titula sobre o regresso de crianças de Daesh. A França está confrontada com uma situação inédita de crianças jiadistas. Primeiro vítimas, elas podem também representar uma ameaça para a colectividade.São crianças levadas para a Síria, pelos pais radicalizados e que agora regressam à França acolhidas por famílias desconhecidas.Uma menina, reclama por exemplo à sua família de adopção, querer ver a sua mãe, que morreu nas fileiras do Daesh na Síria. Crianças que podem representar um perigo para suas novas famílias e o próprio país, observa LA CROIX.Por seu lado L’HUMANITÉ, titula como o desmantelamento do direito do trabalho afundou a Grécia, aproveitando a visita do Presidente francês, Macron a Atenas. Uma visita que Macron quer que seja consagrada à reconstrução democrática da Europa.A austeridade imposta em 2012 à Grecia acompanhada da demolição do direito do trabalho, provocaram grandes estragos na sociedade grega.20%  dos trabalhadores  na estão declarados, há um grande desemprego e o exemplo é um informático que ganhava antes 1300 euros, perdeu o emprego, esteve no desemprego 8 meses,  regressou 4 meses a outro emprego, mas com um salário de 480 euros, e dentro de dias retoma o caminho do desemprego.Com 47 anos, está disposto a fazer qualquer trabalho porque não há trabalho e os contratos são de curta duração, diz ao jornal L’HUMANITÉ.Por seu lado LE MONDE, destaca Espanha, em Catalunha os independentistas desafiam Madrid. O Parlamento catalão adotpou ontem a lei-quadro do referendo de autodeterminação que Barcelona quer organizar no dia 1 de outubro. Um escrutínio que Madrid e o Tribunal Constitucional espanhol consideram ilegal, nota LE MONDE.Enfim, LE FIGARO, dá relevo ao Reino Unido, escrevendo sobre o Brexit, que Londres defende preferência nacional. O governo quer pôr fim à liberdade de circulação europeia a partir de 2019 e limitar a imigração pouco qualificada.Vistos de 2 anos no máximo para trabalhadores não qualificados e de 3 a 5 anos para diplomados, instaurar quotas e limitaçao de reagrupamento familiar ou impossibilidade de familiar juntar-se a alguém da família que esteja no desemprego no Reino unido, nota LE FIGARO. 

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