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Revista de Imprensa

Raqqa libertada "precipita agonia do califado" dos jiadistas

Áudio 03:36
Primeiras páginas dos jornais franceses de 18 de outubro de 2017
Primeiras páginas dos jornais franceses de 18 de outubro de 2017 RFI

Os jornais franceses estão dominados por temas de política interna como a fiscalidade francesa, e de política internacional, como a queda de Raqqa.Estado islâmico: a libertação de Raqqa precipita a agonia do califado. As forças democráticas sírias declararam ontem terem libertado a capital autoproclamada do estado islâmico.Esta reconquista é um duro golpe decisivo ao califado querido por Al-Bagdadi, nascido em 2013 em plena guerra síria.LE MONDE, faz uma retrospectiva de 4 anos em que a população local foi obrigada a viver sob o jugo jiadista e explica como Raqqa se tornou na base de rectaguarda dos atentados terroristas no mundo.Prudente, o exército americano que apoia as forças democráticas sírias, contentou-se em confirmar o controlo de  90% de Raqqa, replica LE FIGARO.Mas o principal título deste jornal é Xi Jinping, rumo ao poder absoluto. O presidente chinês entende tirar proveito do décimo nono congresso do partido comunista para colocar os seus homens nos postos-chave e ter mais mão pesada sobre o país. Xi Jinping, imperador vermelho, mestre todo poderoso da China, sublinha LE FIGARO.Mudando de assunto, na actualidade francesa, LIBÉRATION a titular Impostos dos ricos, digam-nos a verdade. E num Apelo, nas vestes de Parlamento, LIBÉRATION, escreve:"Nós, deputados, senadores e cidadãos, solicitamos ao governo a tornar público o impacto das suas medidas fiscais e orçamentais sobre os contribuintes mais abastados e sobre os 100 franceses mais ricos, porque é um desafio de transparência democrático.Porque, continua o apelo de LIBÉRATION, antes de votar, o Parlamento, deve estar em condições de avaliar as consequências de um orçamento sobre o nível de vida de todos os cidadãos, e porque é a condição da aceitação dos franceses em relação aos impostos.Imposto sobre fortuna, uma saga francesa, titula LA CROIX. Este imposto sobre o património, que estará no coração dos debates orçamentais, suscita há anos uma paixão inversamente proporcional ao seu rendimento.Desde a sua criação em 1982 até esta última reforma prevista para o orçamento de 2018, este imposto não cessa de suscitar debates acalorosos, entre uma esquerda apegada ao símbolo e uma direita tetanizada à ideia de se acabar com o imposto sobre fortuna, acrescenta LA CROIX.Sobre o cinema LA CROIX, refere-se à  estreia do filme "todos os sonhos do mundo" da realizadora franco-portuguesa, Laurence Ferreira Barbosa, que conta os tormentos de uma adolescente de origem portuguesa que procura emancipar-se da família e da comunidade.Enfim, sobre a a ÁFRICA, LE MONDE, faz o retratoode Chris Kirubi, o intocável magnata queniano. O patrão do fundo Centum pesa mais de 300 milhões de dólares e tem ambições políticas.Isto quando o país está mergulhado há semanas num crise política depois da anulação da eleição presidencial de 8 de agosto. E depois? A empresa Kirubi não conhece crise, nota LE MONDE.

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