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França

PR francês condena violência em Guiana mas apoia plano

Presidente Emmanuel Macron durante conferência de imprensa em Guiana, a 27 de outubro
Presidente Emmanuel Macron durante conferência de imprensa em Guiana, a 27 de outubro ALAIN JOCARD / AFP

O Presidente francês, Emmanuel Macron, que está a visitar o território francês de Guiana, que faz fronteira com o o Brasil, declarou que respeitará os compromissos assumidos pelo seu antecessor no combate à pobreza e ao desemprego que ronda os 23%. Paralelamente condenou manifestantes que levaram a cabo cenas de violência contra a sua visita.

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Emmanuel Macron, presidente francês, procurou, esta sexta-feira, 27, dar garantias às gentes de Guiana, durante a sua visita a aquele território francês, afirmando que o Estado vai desbloquear mais de mil milhões de euros par aum plano de combate ao desemprego e à miséria.

"A palavra do Estado será respeitada", sublinhou o presidente francês, Macron, falando à imprensa no segundo dia da sua visita àquele território da França, que faz fronteira com o Brasil.

Macron, referia-se aos acordos de 21 de abril do mandato  de François Hollande, para pôr fim à grande pobreza e ao desemprego de mais de 23% em Guiana.

Mas perante a um movimento reivindicativo de manifestantes contra a sua visita, Emmanuel Macron, teve um discurso duro, dizendo, às pessoas, que "não era Pai Natal.

"O Estado fez no passado demasiadas promessas que não foram cumpridas,  mas eu estou aqui para vos dizer a verdade", acrescentou o presidente francês.

Emmanuel Macron, denunciou, ainda, pessoas que por motivos políticos, levaram a cabo cenas de violência contra a sua estada em Guiana, sublinhando que a autoridade do Estado tem de ser respeitada. 

"Não estou aqui para ceder à ira ! Quem estavam ontem nas ruas? Mulheres e homens, legitimamente, reivindicativos, que não foram violentos.

"Mas têm também aqui pessoas que tentaram posicionar-se politicamente contra a política do governo, que perderam as eleições. E depois têm pessoas que são violentas, quer dizer, têm aqui delinquentes. E a República não cede a pessoas encapuçadas.

"E sobre isto, não há, como é evidente, solução de facilidade. A facilidade, precisamente, é deixar-se ceder por ela; não é a ideia que tenho da autoridade do Estado".

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