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França

França: Sarkozy promete "defender a sua honra"

Prometendo defender a sua honra, o ex-Presidente francês, Nicolas Sarkozy, deu ontem uma entrevista ao canal televisivo francês TF1 para apresentar a sua versão acerca das acusações que pendem sobre ele. 
Prometendo defender a sua honra, o ex-Presidente francês, Nicolas Sarkozy, deu ontem uma entrevista ao canal televisivo francês TF1 para apresentar a sua versão acerca das acusações que pendem sobre ele.  Handout / AFP

Continua a telenovela que envolve o ex-Presidente francês, Nicolas Sarkozy, formalmente acusado de 3 crimes relativos ao financiamento ilícito da sua campanha eleitoral de 2007. Após ter sido detido para interrogatório na terça, ontem Sarkozy deu uma entrevista ao canal televisivo TF1 onde prometeu "defender a sua honra". 

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Prometendo defender a sua honra, o ex-Presidente francês, Nicolas Sarkozy, deu ontem uma entrevista ao canal televisivo francês TF1 para apresentar a sua versão acerca das acusações que pendem sobre ele. 

Manteve-se fiel à linha que tem sido a dele desde sempre: a de que está a ser vítima de uma calúnia. Consequentemente, continuou a insistir que o documento publicado por Mediapart em Abril de 2012, que tinha lançado as primeiras suspeitas sobre o financiamento da campanha de Sarkozy, era falso.

Apresentando uma minuta, o ex-chefe de Estado afirmou que "havia funcionários da polícia judiciária que consideram altamente provável que se trata de um documento falso". 

Sarkozy afirmou também tratar-se de uma infâmia que tinha sido "orquestrada pela clique de Kadafi". Consequentemente, afirmou que, durante todo o processo, iria lutar para "fazer triunfar a sua honra". 

Confira aqui algumas das declarações de Nicolas Sarkozy, ex-Presidente de França. 

Entretanto, são várias as personalidades públicas que vêm falando abertamente acerca do processo em questão. Em entrevista à RFI, Moftah Missuri, intérprete e conselheiro do antigo líder líbio, Muamar Kadafi, confirma o financiamento por parte de Kadafi da campanha eleitoral de Sarkozy em 2007.

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