Acesso ao principal conteúdo
França/Portugal

Homenagem aos portugueses da Batalha de La Lys

O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa (Centro), acompanhado pelo primeiro-ministro português, António Costa (Esquerda), e pelo Presidente francês, Emmanuel Macron (Direita), participam nas Comemorações do Centenário da Batalha de La Lys.
O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa (Centro), acompanhado pelo primeiro-ministro português, António Costa (Esquerda), e pelo Presidente francês, Emmanuel Macron (Direita), participam nas Comemorações do Centenário da Batalha de La Lys. MÁRIO CRUZ/LUSA

Nesta segunda-feira 9 de Abril prosseguiram as comemorações da Batalha de La Lys. O presidente francês, Emmanuel Macron, e o português, Marcelo Rebelo de Sousa, estiveram entre outros lugares, no Cemitério Militar Português de Richebourg, no Norte da França.

Publicidade

Neste segunda dia de comemorações foram recordados os acontecimentos do dia 9 de abril de 1918 no norte da França, quando as tropas do Corpo Expedicionário Português combatiam do lado dos aliados e foram alvo de um ataque alemão que viria a ditar o fim da participação portuguesa na guerra. Aliás, La Lys marcou o fim da participação de Portugal na Grande Guerra.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, destacou numa intervenção, no Cemitério Militar Português de Richebourg, "a amizade entre Portugal e França", recordando que nesse cemitério “estão perto de 2 000 soldados portugueses” que lutaram numa “guerra absurda” que, aos “olhos europeus” de hoje se apresenta como uma “guerra dolorosamente fratricida”.

Durante o acto comemorativo do centenário da Batalha de La Lys, cerimónia na qual participaram os presidentes de França e Portugal, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa evocou essa batalha como tendo sido "o maior luto militar" português desde Alcácer Quibir.

O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, evocou hoje, no centenário da Batalha de La Lys, em França, os soldados lusos que lutaram na primeira guerra mundial e falou na ameaça do terrorismo, que afectou um português no sul de França, a 23 de março. Renato Faria está a recuperar depois de ter sido baleado na cabeça no atentado de Carcassonne.

Quanto ao Primeiro-ministro, António Costa, evocou “a paz e a reconciliação entre os povos europeus”, na localidade de La Couture, no norte da França. Em frente ao Monumento aos Mortos portugueses, António Costa afirmou, em francês, que é preciso olhar para o futuro tendo em conta “os erros do passado” e lembrou que “os portugueses sofreram no corpo e na alma a violência” da Primeira Guerra Mundial.

Oficialmente as comemorações da Batalha de La Lys terminam a 10 de Abril.

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.