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França

Macron visita a Nova Caledónia antes do referendo local

Emmanuel Macron, que marca presença em Wadrilla, monumento a 19 militantes kanaques de Ouvéa, mortos pelo exército francês na Nova Caledónia
Emmanuel Macron, que marca presença em Wadrilla, monumento a 19 militantes kanaques de Ouvéa, mortos pelo exército francês na Nova Caledónia Theo Rouby / AFP

O presidente francês, Emmanuel Macron, conclui a sua visita a Nova Caledónia, a 6 meses de um referendo de auto-determinação, deslocando-se à pequena ilha de Ouvéa, palco de violência do exército francês, em 1988, matando 19 pessoas da população autóctone. Familiares das vítimas contra a deslocação à ilha de Macron.

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Emmanuel Macron, presidente francês, visitou a Nova Caledónia, território francês do Ultramar, no Pacífico, visita marcada, por actos simbólicos destinados a consagrar "momentos importantes da nossa história comum", mas sensível, a 6 meses de um referendo de autodeterminação.

Outro acto muito simbólico, é a deslocação de Macron, à pequena ilha de Ouvéa, onde a 5 de maio de 1988, o exército francês interveio para neutralizar um comando de independentistas, matando, 19 dos seus elementos autóctones.

O chefe de Estado francês, Macron, insistiu em fazer a deslocação à ilha de Ouvéa, 30 anos depois dos sangrentos eventos, apesar de familiares das vítimas, estarem contra a visita, temendo que haja violência.

Mas, houve tambem hoje uma manifestação de 4 mil pessoas à direita da direita não-independentista do arquipélago, para mostrar ao presidente, Macron, que há não-independentistas que querem permanecer sob a bandeira francesa.

Emmanuel Macron, que levou na mala o seu projecto a "Nova Caledónia Hoje", disse compreender a reacção de certos familiares das vítimas de 1988, sublinhando no entanto que uma esmagadora maioria quer a sua ida a Ouvéa.

 

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