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FRANÇA/ESPANHA/PORTUGAL

Europa e energia juntam Macron, Sánchez e Costa em Lisboa

Primeiro-ministro português, António Costa, acolhe Emmanuel Macron em Lisboa a 27 de Julho de 2018 para uma cimeira sobre energia.
Primeiro-ministro português, António Costa, acolhe Emmanuel Macron em Lisboa a 27 de Julho de 2018 para uma cimeira sobre energia. Luís Guita

Um ano depois do Presidente de França, Emmanuel Macron, receber o primeiro-ministro português, António Costa, agora foi a vez de Macron vir a Lisboa, a convite de Costa. O dia do chefe de Governo português e do Presidente francês começou com um “Encontro com os cidadãos” sobre os Desafios da Europa, na Fundação Calouste Gulbenkian.

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Com um auditório praticamente cheio e muito francófonos presentes, os dois líderes responderam a várias questões que refletem algumas das preocupações dos cidadãos em relação à agenda europeia.

Segurança, terrorismo, nacionalismos, extremismo, direitos humanos, refugiados, emprego, livre circulação, convergência social e económica,  foram temas que marcaram o encontro.

Depois, o Presidente Macron, teve um almoço de trabalho com o primeiro-ministro Costa. 

Na parte da tarde, acontece o ponto alto da visita: a Cimeira das Interligações Energéticas. 

No encontro que deve durar até quase ao início da noite, António Costa, terá a companhia do chefe de Estado francês, do líder do Governo espanhol, Pedro Sánchez, da vice-presidente do BEI, Emma Navarro, e o Comissário Europeu da Energia e Acção Climática, Miguel Arias Cañete. 

Sobre as perspetivas que a cimeira suscita do lado português é bom recordar que, no início da semana, em Madrid, o ministro dos Negócios Estrangeiros português, Augusto Santos Silva, em presença do seu colega espanhol, Josep Borrel, afirmou esperar que “desta cimeira surjam projetos concretos para que a Península Ibérica não seja mais uma espécie de ilhéu na Europa, do ponto de vista energético

De recordar que Portugal dispõe de um excedente de produção de eletricidade que poderá exportar além de Espanha se as interligações se desenvolverem tal como o prevê a Comissão europeia.

Com a colaboração de Luís Guita, correspondente em Lisboa.

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