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França

Luta dos povos indígenas brasileiros chega a Paris

Obras na barragem de Mariana, no Estado de Minas Gerais, um ano depois do pior acidente ambiental no Brasil.
Obras na barragem de Mariana, no Estado de Minas Gerais, um ano depois do pior acidente ambiental no Brasil. YASUYOSHI CHIBA / AFP

Paris acolhe, até esta quarta-feira, a Cimeira Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos. Um dos intervenientes é Geovani Krenak, um conhecido porta-voz do povo indígena brasileiro Krenak, que aproveitou a tribuna internacional para denunciar o atropelo aos direitos dos povos indígenas no Brasil.

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Cerca de 150 defensores dos direitos humanos estão reunidos, em Paris, desde esta segunda-feira e até quarta, para debater estratégias de luta contra a repressão, o racismo e a discriminação.

Geovani Krenak, porta-voz do povo indígena brasileiro Krenak, teme que a eleição de Jair Bolsonaro como Presidente do Brasil aumente a perseguição aos povos indígenas no país.

 

O activista vai receber, em Paris, a 3 de Novembro, o prémio  France Libertés – Fondation Danielle Mitterrand pela campanha “Justiça pelos Krenak”, na qual reclama a prisão para os responsáveis do “crime ambiental” no Rio Doce. Em Novembro de 2015, o rompimento de uma barragem no município brasileiro de Mariana, onde estavam armazenados resíduos tóxicos, provocou a morte a 19 pessoas e contaminou centenas de quilómetros na região e "matou" o Rio Doce, naquele que é considerado o pior desastre ambiental do Brasil.

Uma conversa que pode ouvir no próximo programa Vida em França, esta semana.

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