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FRANÇA

Caso coletes amarelos: Macron especifica suas medidas

Presidente da França, Emmanuel Macron.
Presidente da França, Emmanuel Macron. REUTERS/Francois Lenoir

O Presidente Emmanuel Macron, não quer ser acusado de não fazer o que prometeu durante o seu discurso no início da semana e correr o risco de reviver os protestos dos coletes amarelos.

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As promessas presidenciais em resposta aos coletes amarelos constam num projecto de lei apresentado pelo governo francês esta manhã, anunciou o porta-voz do governo, Benjamin Griveaux.

Apresentado no Conselho de Ministros, este projecto reforça quatro artigos cuja implementação foi semelhante ao acordo nacional, numa corrida contra o relógio, para que esses gestos de conciliação possam ser aplicados o mais rápido possível.

Durante a conferência Benjamin Griveaux, anunciou a adopção de um decreto de reavaliação do SMIC de 1,5% a partir de 1 de Janeiro.

A medida eleva, em termos brutos, o salário mínimo horário de 9,88 para 10,03 euros e o salário mensal de 1,498 para 1.521,22 para um período integral, um aumento de 22,75 euros.

Griveaux detalhou, ainda um bónus expcecional de até 1.000 euros, que será isento de qualquer encargo social e imposto de renda, pago pelas empresas aos seus trabalhadores, com remunerações até 3.600 euros.

Emmanuel Macron e Edouard Philippe esperam iniciar 2019 numa nova base, também contando com o "grande debate nacional", que é a resposta política para a crise mais grave desde o início do quinquénio.

 

A mobilização visível dos coletes amarelos está em declínio nos últimos dias, mas uma parte continua a ser determinada, e ameaça voltar a manifestar no próximo sábado, quando esta quinta-feira são os polícias que ameaçam marchar na avenida dos Campos Elíseos.

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