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Coletes Amarelos: Édouard Philippe defende polícias agredidos

Édouard Philippe, Primeiro-ministro francês.
Édouard Philippe, Primeiro-ministro francês. REUTERS/Gonzalo Fuentes

O Primeiro-ministro francês, Édouard Philippe, foi visitar os polícias que estiveram em confrontos directos com os coletes amarelos no sábado 22 de Dezembro, e que conseguiram fugir ‘in-extremis’.

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No passado sábado, ocorreram mais manifestações de protestos em Paris e nas cidades da Província em França, com menos violência e menos distúrbios, mas nada parece parar os coletes amarelos.

As violências chegaram aos Campos Elísios, em Paris, onde polícias foram atacados. Um vídeo mostra a queda da mota de um polícia agredido por um manifestante. Dois colegas vão em seu auxílio e fazem frente aos coletes amarelos. Os polícias afastam os primeiros manifestantes a pontapé e atirando gás lacrimogéneo.

Durante este momento mais tenso, um dos polícias apontou a pistola aos manifestantes para proteger os colegas que tentavam montar nas motas para escapar do local. Os polícias foram forçados a fugir por um grupo de manifestantes que os cercaram, atirando-lhes diversos objetos.

O Primeiro-ministro francês, Édouard Philippe, foi visitar os polícias que estiveram em confrontos directos com os coletes amarelos, apoiando-os:

Esta manhã quis deslocar-me ao quartel agradecer quatro polícias, quatro motociclistas, que foram agredidos no sábado de forma extremamente violenta durante o seu trabalho nos Campos Elísios. Também queria agradecê-los pela forma como actuaram e dizer-lhes que tudo estava a ser posto em prática para identificar os autores dessas violências, para que sejam julgados e espero que sejam punidos. O funcionamento das nossas instituições exige que tudo volte à normalidade, exige que parem com as provocações e as declarações que são algumas vezes anti-semitas, para que parem essas violências de partir e de atacar deliberadamente as forças policiais. Não estou a confundir aqueles que manifestam dessa maneira e aqueles que de forma pacífica exprimem reivindicações. Noto no entanto que este Movimento dos Coletes Amarelos, com o passar das semanas, está a radicalizar-se e a tornar-se violento”, concluiu.

Recorde-se que o Presidente Emmanuel Macron e o seu Primeiro-ministro, Édouard Philippe, repetem que já acederam às reivindicações do movimento de descontentamento e condenam actos de violência contra a polícia, mas os coletes amarelos dizem que não vão parar.

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