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Revista de Imprensa

França: aumenta impopularidade de Macron e ministros

Áudio 04:55
Primeiras páginas dos jornais franceses de 04 de dezembro de 2019
Primeiras páginas dos jornais franceses de 04 de dezembro de 2019 RFI

As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas tanto a nível nacional como internacional.Bugs e escândalos, ano negro de Facebook, titula, LE MONDE. Mark Zuckerberg tinha prometido resolver em 2018 os problemas técnicos do seu império, mas o ano terminou em pesadelo. Piratas informáticos roubaram dado de 29 milhões de utilizadores, e transtornos técnicos provocaram a publicação indevida de 6,8 milhões de fotos privadas. A empresa Cambridge Analytica aspirou dados de 87 milhões de internautas em 2015, durante as primárias americanas?Parcerias com gigantes digitais como Netflix e Apple permitiram a transferência de dados pessoais sem consentimento dos seus utilizadores. Foram também levadas a cabo operações de propaganda no Facebook cotra os rohingas na Birmânica, acrescenta, LE MONDE.Inteligência artificial, estádio supremo da alienação no trabalho?, pergunta, em título, L'HUMANITÉ. O exemplo emblemático da empresa IBM. Homens escravizados pela inteligência artificial. Com o seu software Watson, IBM pretende ajudar os trabalhadores. Mas do outro lado da cadeia de montagen, operários e técnicos sentem-se humilhados e dirigidos por máquinas. Privados do seu livre arbítrio, receiam perder os seus empregos.A máquina que substitui o homem e pode dar um parecer técnico deixou de ser ficção científica. Resta saber quem controlará a máquina. A tecnologia agrava as desigualdades e nos Estados Unidos, economistas analisam as primeiras consequências da invasão da inteligência artificial no mundo do trabalho, factor de externalização e pauperização dos trabalhadores, nota, L'HUMANITÉ.Por seu lado, LIBÉRATION, titula, conquista espacial a face oculta chinesa. Ao suceder poisar do lado oculto da Lua, uma proeza inédita, Pequim reafirma as suas ambições na corrida espacial desafiando os Estados Unidos e a Rússia.Para o astrofísico do Centro nacional de estudos espaciais, Francis Rocard, em entrevista ao LIBÉRATION, é uma nova janela aberta de observação do universo, uma proeza que permite melhor compreender o nosso sistema solar.Mudando de assunto, LA CROIX, pergunta em título, se a alta de salários é tabú? Diversas razões explicam porque é que os coletes amarelos não esperam grande coisa das empresas no aumento do seu poder de compra. Nas rotundas os coletes amerelos evocam dificuldades de fim de mês e denunciam impostos e taxas.Aumentos salariais são relegados para segundo plano e são mesmo excluídos pelos governo. Os cofres estão vazios, os que têm um emprego estão contentes por não estarem no desemprego, eis algumas das tendências que não contribuem em nada para embelezar as folhas de vencimento dos empregados, nota, LA CROIX. Eliseu: Macron forçado a reorganizar a sua equipa, titula, LE FIGARO. No momento em que a nosa sondagem Odoxa afirma que a insatisfação da opinião em relação ao governo não baix, a saída de vários conselheiros obriga o chefe de Estado a remodelar o seu gabinte. O homem que escreve os seus discursos, Sylvain Fort, director de comunicação, anunciou a sua saída. O conselheiro político Stéphane Séjourné deverá dirigir a campanha eleitoral europeia e outras saídas estão previstas o que vai obrigar o Presidente a renovar profundamente toda a ua equipa.Mas, acrescenta, LE FIGARO, se o Presidente da República está a contar com os seus ministros para o protegerem politicamente ele está redondamente enganado porque a esmagadora maioria deles sofre duma grande impopularidade, exceptuando Jean-Yves Le Drian, ministro dos Negócios estrangeiros. Os outros ministros são desconhecidos ou a opinião pública não gostam deles, nota, LE FIGARO, citando a sondagem Odoxa.Enfim, é o mesmo jornal, que sobre a África, destaca RDC, com Kinshasa, a bater o pé antes do veredicto das urnas. Enquanto circulam boatos loucos na capital congolesa, os releigiosos apelam à publicação dos resultados no respeito da verdade.Nas ruas de Kinshasa, as conversas giram em torno duma hipótese da vitórias das presidenciais do candidato da oposição, Martin Fayulu, enquanto há suspeições de fraude e nas sedes de camapanha dos partidos, o discurso é que cada uma das formações política afirma que ganhou as legislwativas, acrescrescenta, LE FIGARO.

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