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Japão

Carlos Ghosn, acusado de novo crime pela justiça japonesa

Carlos Ghosn, acusado de novo de crime de abuso de confiança pela justiça japonesa
Carlos Ghosn, acusado de novo de crime de abuso de confiança pela justiça japonesa REUTERS/Issei Kato/File Photo

Japão, o ex-Presidente do grupo automóvel da Nissan/Renault, Carlos Ghosn, foi hoje, de novo, acusado formalmente de um crime suplementar de abuso de confiança agravada, pelo ministério público de Tóquio. Uma nova acusação no dia em que devia ser libertado. 

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O presidente demitido da Nissan, Carlos Ghosn, foi hoje indiciado por um crime suplementar de abuso de confiança agravada pelo ministério público de Tóquio, noticiou a imprensa japonesa.

Os advogados de Ghosn, reagiram imediatamente accionando junto da justiça um pedido de libertação em troca de pagamento de uma caução.

Solto a 6 de março depois de ter pago uma caução de 7 milhões e 900 mil euros após 138 dias de prisão no Japão, Carlos Ghosn, foi de  novo preso no dia 4 de abril  por ordens do ministério público de Tóquio.

Esta nova acusação, a quarta desde o início do processo judiciário contra a sua pessoa, o ex-PCA da Renault, acalentava a esperança de ficar hoje livre, dia em que expirava o seu actual período de prisão.

O futuro do empresário, franco-líbano-brasileiro da indústria automóvel francesa e japonesa, continua a ser complicado.

Isto porque para além da sua situação pessoal com a justiça japonesa, há também um conflito entre duas das empresas que presidia, a Nissan japonesa e a Renault francesa.

A Nissan vai rejeitar uma proposta da Renault pedindo uma maior integração a nível de gestão e uma relação capitalística equilibrada.

A direcçao da Nissan considera que não beneficiou de um tratatamento equitٔável até agora e com a fusão a desigualdade tornou-se permanente, escreve a imprensa japonesa.

Por seu lado, a Renault, insiste em dizer que na sua proposta uma maior integração permitiria optimizar sinergias no seio da aliança franco-japponesa.

A arquitectura desta aliança protagonizada por Carlos Ghosn é vivamente criticada desde a sua prisão, acusado de fraude fiscal pelas autoridades japonesas, mas demitido também pelo grupo automóvel francês Renault.

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