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FESTIVAL DE CINEMA DE CANNES

Kechiche bate recordes em Cannes

Mektoub my love Intermezzo propõe, com Abellatif Kechiche, Palma de Ouro de 2013, com "La vie d'Adèle", reencontrar os jovens do primeiro capítulo da sua saga no sul de França.
Mektoub my love Intermezzo propõe, com Abellatif Kechiche, Palma de Ouro de 2013, com "La vie d'Adèle", reencontrar os jovens do primeiro capítulo da sua saga no sul de França. Festival de Cannes

Em Cannes o filme mais longo dos 21 em competição "Mektoub my love Intermezzo" do franco-tunisino Abdellatif Kechiche, com mais de três horas e meia, é o segundo capítulo de uma saga estival. Um filme passado sobretudo dentro de uma discoteca, ao ritmo da música tecno.

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Setembro de 1994, nas margens do Mar Mediterrâneo, em França, voltamos a encontrar o mesmo grupo de jovens entre a praia e a discoteca.

 

O jogo de sedução volta a operar entre um bando de rapazes e raparigas, nomeadamente de origem magrebina, determinados aproveitar os prazeres do verão prestes a terminar.

 

3h34 minutos, essencialmente música tecno numa discoteca e coreografias carregadas de erotismo.

 

Esta é a receita do mais recente filme de Kechiche que se diria inacabado, projectado mesmo sem genérico o que não deixou aqui de causar alguma perplexidade.

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