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FRANça

Macron não se "imiscui" em caso judicial de Ghosn no Japão

Presidente de França mantém-se equidistância a caso judicial de Ghosn
Presidente de França mantém-se equidistância a caso judicial de Ghosn Reuters

Macron está atento aos "direitos legítimos" de Ghosn, mas não intervém no processo judicial do antigo presidente da Renault-Nissan.

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O Presidente de França, Emmanuel Macron, fez questão de manter equidistânciae não se "emiscuir" no caso judicial de Carlos Ghosn, antigo presidente da Renault, que está detido no Japão, país onde o chefe de Estado se encontra em visita oficial, esta quarta-feira.

Ao lado do primeiro-ministro japonês, numa conferência de imprensa, Macron garantiu, no entanto, que França está atenta "como com todos os nacionais envolvidos em casos de justiça em qualquer parte do Mundo" para que possagarantir que os "direitos legítimos" do Ghosn sejam defendidos.

Macron fez questão ainda de reforçar a "solidez" da Renault, empresa de que, lembrou, o Estado francês é principal acionista, reafirmando o forte compromisso dos franceses na aliança com a empresa japonesa.

Carlos Ghosn, ex-presidente da Renault-Nissan, foi preso no Japão em novembro último, por suspeitas de irregularidades fiscais.

Uma auditoria interna realizada posteriormente pelo grupo a que presidia o cidado franco-brasileiro revelou uma despesa suspeita de 11 milhões de euros utilizados para fins pessoais. O caso, por exemplo, de gastos extra de viagens de avião e doações a organizações sem fins lucrativos.

Emmanuel Macron, Presidente de França

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