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Imprensa Semanal

Cimeira G7 sob tensão entre Estados Unidos e Europa

Áudio 04:00
Capas dos semanários de 24/08/2019
Capas dos semanários de 24/08/2019 RFI

Abrimos esta Imprensa Semanal, com QUESTIONS INTERNATIONALES, que destaca Tunísia: do fim do consenso político às crispações identitárias e sociais.Desde 2015, a vida política tunisina limita-se a querelas políticas que desacreditam a classe política e desmoraliza os tunisinos que não confiam nas suas novas instituições. Esta situação é tanto mais susceptível de pôr em causa os fracos avanços democráticos do pais com o aproximar das eleições legislativas e presidenciais previstas para 6 de outubro e 10 de novembro de 2019.Tudo sob fundo de crise económica e mobilizações sociais, que alimentam uma polarização política entre fundamentalistas islâmicos e secularistas que, também, destabilizam o processo de construção institucional, nota QUESTIONS INTERNATIONALES.Por seu lado, o semanário JEUNE AFRIQUE, destaca uma entrevista de Mahamadou Issoufou, número 1 nigerino e presidente em exercício da CEDEAO, a perguntar que "se não forem os chefes de Estado a dar o exemplo, quem vai fazê-lo"? Isto a respeito do terrorismo, demografia, governança, reforma do franco CFA, sem a sua própria sucessão dentro de menos de 2 anos. Em matéria científica, a mesma revista traz uma tribuna de Alexandra Palt, directora geral da Fundação L'Oréal, escrevendo que por ocasião da cimeira do G7 deste fim-de-semana em Biarritz, em França, o presidente francês, Macron, desejou convidar novos parceiros.Numa acção co-construtiva, a África do sul, Burkina Faso, Egipto, Ruanda e o Senegal estarão presentes na mesa das negociações desta cimeira internacional importante, cuja temática central será a luta contra as desigualdades.Entre os investigadores mundiais contam-se apenas 2,4% de cientistas africanos e as mulheres como é evidente estão sub-representadas. Actualmente não há pura e simplesmente mulheres cientistas o suficiente em África, com fortes disparidades consoante os países. Na África ocidental, há apenas 8% de laboratórios de investigação dirigidos por mulheres, nota Alexandra Palt, na JEUNE AFRIQUE.Mas ainda sobre o G7, a mesma revista QUESTIONS INTERNATIONALES, faz um especial sobre os Estados Unidos de Trump, que defende a América em primeiro lugar contra a União europeia.Se os Estados Unidos contribuíram largamente para a integração europeia, é também verdade que têm uma relação ambivalente a respeito da Europa. A hostilidade actual da administração americana em relação a Bruxelas vai mais longe e põe em causa os próprios fundamentos da relação transatlântica. A União europeia, encarna actualmente um modelo ideológico concorrente e incompatível com aquele promovido por Washington, nota QUESTIONS INTERNATIONALES.Por cá, LE POINT, faz a sua capa com Hospitais e Clínicas, o Top 2019. Mas também médicos que falta nos serviços de Urgência ou problemas de saúde nomeadamente cancros de crianças ou transtornos do sono. Mas no Top dos 50 melhores hospitais e clínicas, nota-se que são as regiões longe da capital Paris que ocupam os primeiros lugares.O 1° lugar vai para o Centro hospital universitário de Bordéus, seguido de Lille e Paris só surge em 7° lugar com o Hospital de la Pitié-Salpêtrière. Mesmo assim na lista de 50, Paris está representado com 10 dos melhores hospitais e clínicas de França, nota, LE POINT.Por seu vez, L'OBS, faz a sua capa, com o amor não tem idade. Aos 60, 70 u mesmo 80 anos, são cada vez mais os franceses a quererem ter uma nova vida sentimental. Reformados, com os filhos adultos e a morar nos seus apartamentos, as pessoas da terceira idade reatam relações amorosas com os antigos cônjuges ou amantes ou lançam-se na Internet à procura da outra metade. Enfim, COURRIER INTERNATIONAL, faz um especial com a pergunta: o mundo em breve sem água?Um quarto da população mundial poderá brevemente ficar sem água. Um recente relatório dum grupo de cientistas Giec sobre o impacto da agricultura no aquecimento climático e a confirmação da agência americana Noaa, afirma que o mês de julho teerá sido o mês mais quente de todos os tempos, sem falar nas penúrias e imigração forçada que alimentam conflitos. 

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