Acesso ao principal conteúdo
Japão

Director-geral do grupo japonês Nissan envolvido em corrupção

Hiroto Saikawa, Director-geral do grupo automóvel Nissan envolvido em esquema de corrupção
Hiroto Saikawa, Director-geral do grupo automóvel Nissan envolvido em esquema de corrupção REUTERS/Issei Kato/File Photo

Japão, novas evoluções em torno do caso de corrupçao no seio do grupo automovel Nissan, com o seu director-geral, Hiroto Saikawa, a admitir que recebeu remunerações excessivas no quadro de um sistema de mais valia das acções da empresa. Saikawa, disse à imprensa que o estratagema foi montado por Carlos Ghosn presidente da Nissan, que vai ser julgado em março de 2020.

Publicidade

O Director-geral da Nissan, Hiroto Saikawa, admitiu ter cometido um erro grave ao receber remunerações no quadro de mais valias das acções da empresa e ser excessivamente pago, tendo prometido devolver a parte excessiva da soma auferida.

Hiroto Saikawa, prestou hoje estas declarações à imprensa após um inquérito interno ao grupo automóvel Nissan ter chegado à conclusão que o seu director-geral tinha auferido vários milhões de yenes  para além do que estava previsto no regime de direitos a mais valia das acções da empresa japonesa.

O inquérito concluiu que Hiroto Saikawa foi autorizado em 2013 a reescalonar um bónus relacionado com as suas acções para obter um ganho suplementar de 47 milhões de ienes, o equivalente, a 400 mil e 475 euros. 

Imagem da Nissan manchada por mais um caso de corrupção 

A confissão de poderá prejudicar a imagem da Nissan e da confiança que os seus accionistas depositaram nele.

Os accionistas tinham confirmado Saikawa nas suas funções em junho, apesar duma campanha inédita de empresas de consultoria exortando os accionistas a votarem contra a confirmação nas funções do braço direito do Presidente da Nissan, o franco-brasileiro, Carlos Ghosn, que tinha montado todo o estratagema.

Aliás, Carlos Ghosn, preso por corrupção em novembro, vai ser julgado em março de 2020. 

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.