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Revista de Imprensa

Justiça americana quer desmantelar Google e Facebook?

Áudio 04:08
Primeiras páginas dos jornais franceses 10 de setembro de 2019
Primeiras páginas dos jornais franceses 10 de setembro de 2019 RFI

As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões diversas que vão desde Google e a justiça americana, passando, pelo Brexit, até às Urgências nos hospitais de França.50 procuradores americanos acusam Google, titula, LE MONDE. Os procuradores de todos os Estados federados, com excepção, de Alabama e da Califórnia, anunciaram ontem a abertura de um inquérito contra Google. A ofensiva, levada a cabo pelo procurador de Texas, escuda-se na lei antitrust e visa o gigante da Internet, acusado de dominar numerosos mercados mundiais.Google controla 92% das buscas online e o seu sistema Android equipa 76% dos telemóveis captando ainda 31% da publicidade na Net. A empresa é acusada de utilizar o seu motor de busca para o seu próprio proveito e de ter assim conseguido mais de 30 mil milhões de dólares de benefícios, nota, LE MONDE.O mesmo vespertino destaca igualmenre Brexit, nova derrota para Boris Johnson. John Bercow, presidente da câmara dos Comuns, demitiu-se ontem na véspera da suspensão dos trabalhos do Parlamento. Boris Johnson, sofreu o seu sexto revés, acrescenta, LE MONDE. Brexit: Boris Johnson persiste sozinho contra todos, titula, LE FIGARO. O primeiro ministro devia avançar ontem à noite com a sua ameaça de suspender o Parlamento de Westminster após uma nova rejeição do seu  pedido de eleições antecipadas.Mas Johnson confirmou ontem a sua decisão de pôr fim à estratégia de obstrução do Parlamento suspendendo os seus trabalhos até meados de outubro. As eleições continuam a ser a peça mestra da sua estratégia para retomar o controlo da situação tendo em conta que as sondagens lhe são favoráveis.No entanto, o bloqueio  institucional preocupa os meios económicos que não sabem que caminho tomar, acrescenta, LE FIGARO. Mudando de assunto, por cá em França, LIBÉRATION, titula, Serviço de Urgências, check-up. Para sair de 6 meses de crise, o governo desbloqueou ontem 750 milhões de euros. Mas isto não é uma garantia para os grevistas pararem.Para o director geral da Agência regional da Saúde da Ilha de França, Aurélien Rousseau, a crise que sacode as Urgências é sistemática pelo que há que agir de maneira mais global sobre todos os serviços dos hospitais."Nosso sistema da Saúde está esgotado", sublinha o director geral da Agência, em entrevista ao LIBÉRATION.Medidas de terapia de substituição da ministra, Buzyn, replica, em título, L'HUMANITÉ. 4 grevistas testemunham. Os anúncios do governo não passam de almoços grátis. "A ministra Agnès Buzyn continua a ignorar o nosso discurso", afirma a enfermeira grevista, Marion Santamaria."Somos mais fortes juntos para relançar o movimento", sublinha o enfermeiro grevista Yann Tanneau". "Este movimento deve permitir ultrapassar os corporativismos". "6 meses depois do começo da greve a ministra continua a ignorar agressões verbais e físicas contra pessoal de serviço nos hospitais", afirma, a enfermeira auxiliar, Candice Lafarge, nota L'HUMANITÉPlano pobreza, os primeiros frutos, titula, LA CROIX. Jardins infantis, cantinas, emprego, um ano depois do anúncio do plano pobreza pelo presidente Macron, registam-se avanços nesses sectores.Enfim, sobre a África, LE MONDE, destaca Tunísia, crise de identidade de Ennahda. Com o aproximar das eleições, o partido  atravessa uma mutação doutrinal.Partido tunisino saído da matriz islamita, pretende transformar-se numa formação conservadora sem referência religiosa, em vésperas daa primeira volta das eleições prsidenciais de 15 de setembro, acrescenta LE MONDE. 

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