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França

Ataque da estação da polícia central de Paris suscita interrogações

Estação da polícia central de Paris, palco de agressão que fez 5 mortos a 3 de outubro de 2019
Estação da polícia central de Paris, palco de agressão que fez 5 mortos a 3 de outubro de 2019 REUTERS/Philippe Wojazer

Ataque de loucura? Ataque jiadista? Não se pode excluir nenhuma hipótese, declarou hoje o chefe da polícia central de Paris, reagindo ao ataque de ontem naquelas instalações policiais, que resultou na morte de 4 funcionários e o próprio autor, um informático que se tinha convertido ao Islão.

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O chefe da polícia central de Paris garantiu hoje não excluir nenhuma hipótese um dia depois do ataque de um dos seus informáticos ter morto 4 dos funcionários nas mesmas instalções e que acabou por ser morto pela polícia.

"A nossa lucidez de polícia impele-nos a não excluir nenhuma hipótese", declarou Didier Lallement, quando um inquérito aberto pela procuradoria de Paris ainda não qualificou o acto de terrorista.

"Esta tragédia é tanto mais terrível que ocorreu na sede da polícia central de Paris e foi levada a cabo por um dos nossos." 

Segundo o chefe da polícia as condições no interior do centro nevrálgico da estação central da polícia são absolutas e não estão em causa.

"Aqueles que não pertencem aos serviços policiais passam por um pórtico de segurança, pelo que, numa primeira fase, estavam focados num ataque vindo do exterior", sublinhou Didier Lallement.

Ataque inédito ocorrida na estação da polícia de Paris

O ataque inédito na estação central da polícia em Paris, aconteceu, um dia depois duma manifestação na capital com milhares de polícias, reclamando melhores condições de trabalho.

Sob custódia policial, a mulher do agressor, declarou que na véspera do ataque, o seu marido, abatido pela polícia, estava muito excitado e dizia ter "ouvido vozes". Ele teve "uma crise de demência" nessa noite, disse uma das fontes do inquérito da polícia.

Tem-se dito também que o informático era surdo e que se tinha convertido ao Islão e frequentava a mesquita local onde residia. Daí haver igualmente versões de que poderia ter sido um ataque terrorista ou jiadista.

Para já não há nada de concreto e todas as hipóteses estão equacionadas, segundo reconheceu a estação da polícia central de Paris.

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