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Revista de Imprensa

Autor do ataque à Polícia de Paris era infiltrado radical islâmico

Áudio 04:57
Primeiras páginas dos jornais franceses 07 de outubro de 2019
Primeiras páginas dos jornais franceses 07 de outubro de 2019 RFI

As primeiras paginas dos jornais franceses estao dominadas ainda por reacções ao ataque terrorista dentro da sede da polícia central de Paris.Atentado à sede da polícia central de Paris: falhas no coração do estado, titula, LE MONDE. Após os assassínios da estação da polícia de Paris, os primeiros avanços do inquérito demonstram que a radicalização de Mikaël Harpon foi negligenciada.Havia vários indícios de uma deriva islamita do assassino, ele próprio agentos de informações, mas que não foram assinalados à hierarquia. O ministro do Interior. Christophe Castaner, reconheceu, hoje, disfunções de Estado e prometeu mudanças procedimentais. O chefe do governo, Edouard Philippe, ordenou duas missões de avaliação, confiadas à inspecção dos serviços de informações e manteve a sua confiança no ministro do Interior, Castaner, que está debaixo de fogo de críticas, nota, LE MONDE.Ataque da sede da polícia, onda de choque, replica LIBÉRATION. O ataque de um funcionário da polícia radicalizado, que matou 4 dos seus colegas, luz do dia disfunções no seio dos serviços de informações.O Estado sai desta falha fragilizado. Mickaël Harpon, actuou, como inimigo infiltrado na polícia central de Paris, onde foi recrutado em 2003, como informático com direito ao estatuto de segredo de defesa nos serviços de reparação técnica da direcção de informações, tendo como uma das principais tarefas lutar contra o terrorismo, em especial, o islamismo radical.Certos dos seus colegas, dizem que o natural da Martinica, Harpon, se radicalizou  de há um tempo para cá, passando a vestir-se à muçulmano radical e que não queria ter relacionamentos com mulheres. Mas esta radicalização não foi comunicada aos seus chefes, sublinha, LIBÉRATION.Choque de uma ameaça interna, titula, LA CROIX. A pista terrorista é privilegiada e toda a polícia está preocupada. Como é que uma ideologia pode levar uma pessoa a um tal nível de ódio em relação aos seus colegas? O procurador Jean- François Ricard, mencionou a conversão do autor ao Islão há cerca de 10 anos, uma adesão de visão radical, nota, LA CROIX. Ataque de Paris: falhas da luta antiterrorista, titula, LE FIGARO. O perfil do autor do atentado, um homem radicalizado há vários anos, sublinha o fracasso dos srviços no controlo das suas equipas. O ataque sublinha de maneira vertiginosa o quão se acumularam os erros e falhas impedindo de neutralizar um agente que trabalhava no coração da polícia central de Paris e o qual já se conhecia a radicalização, acrescenta, LE FIGARO.Mas como é possível,? pergunta, LE FIGARO, no seu editorial. Como é que um terrorista islamita pôde assim penetrar o aparelho de Estado, no coração mesmo da estrutura policial suposta lutar contra o terrorismo do islão radical para levar a cabo em plena polícia central o massacre que todos conhecemos? Somos vítimas de um estranho mal próximo da cegueira voluntária, nota, LE FIGARO.Mudando de assunto, L'HUMANITÉ, é o único jornal diário com um título diferente, desintoxicação: os verdadeiros desafios da imigração. A verdade sobre a realidade da imigração, numa altura em que a questão é debatida na Assembleia nacional.A imigração clama por verdadeiras respostas e não por um falso debate. L'HUMANITÉ, sublinha, que não corresponde à verdade que os imigrantes custam muito dinheiro aos contribuintes ou que a imigração não coloca problemas de saúde publica. No internacional, LE MONDE, destaca a destituição de Trump nos Estados Unidos que ganha cada vez mais pujança. Um segundo lançador de alerta confirmou que Trump sempre pediu a ajuda da Ucrânia para levar a cabo um inquérito sobre o filho do seu rival democrata, Joe Biden. Trump denuncia um conluio e continua a ter o apoio dos republicanos, acrescenta, LE MONDE.O mesmo vespertino, refere-se a Portugal, onde a esquerd atribundou nas legislativas. O primeiro ministro cessante, António Costa, assegura a sua reeleição apesar de uma alta abstenção. Chamado o Gandi de Lisboa, por causa da sua política social ou o Tigre de Malásia, devido a atitudes coléricas, António Costa, sabe que já não não pode continuar com a política de meias doses mas que tem de construir uma maioria sólida.Enfim, sobre o continente africano, LE MONDE, dá relevo, à Tunísia que caminha para a instabilidade, após as legislativas de ontem que deram uma curta vitória a Ennahda, partido islamico-conservador, com apenas 18% dos votos, segundo resultados aida provisórios.

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