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Síria/repressão

Combates e repressão já mataram mais de 14 mil na Síria

Sírios acompanham funeral de 18 pessoas mortas em ataques militares em Deraa, sudoeste do país, no dia 9 de junho.
Sírios acompanham funeral de 18 pessoas mortas em ataques militares em Deraa, sudoeste do país, no dia 9 de junho. REUTERS/Ali Abu Salahh/Handout

Pelo menos 14.115 pessoas perderam a vida na Síria desde março de 2011, quando teve início a revolta popular contra o regime de Bashar al-Assad. O levantamento é da ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). No sábado, pelo menos 111 pessoas morreram, entre elas 83 civis e 28 soldados.

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A ONG contabiliza as mortes de 9.862 civis, 3.470 soldados e 783 desertores. A violência se intensificou no país apesar da presença de 300 observadores da ONU encarregados de verificar a trégua que entrou em vigor no dia 12 de abril e que vem se mostrando ineficaz.

Os bombardeios continuam principalmente na cidade de Homs e região, um dos principais núcleos de resistência e protesto contra o governo, onde rebeldes do Exército Sírio Livre multiplicam ataques contra patrulhas, barreiras militares e baterias de mísseis.

A principal organização síria de oposição, o Conselho Nacional Sírio, anunciou neste domingo a escolha de um novo líder, após reunião em Istambul, Turquia. O curdo Abdelbasset Sayda, 56 anos, que vive exilado há 20 anos na Suécia, era o único candidato à presidência da CNS. O novo líder, apesar da falta de experiência política e de ser desconhecido, foi escolhido por suas qualidades “conciliadoras” e “independentes”.

Sayda afirmou que a espiral de violência no país está chegando ao fim e que o regime de Bashar al-Assad vai terminar em breve. Ele pediu aos sírios de todo o mundo que organizem protestos contra a violência do governo de Damasco diante das embaixadas do país.

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