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Ebola/Epidemia

França planeja enviar mais ajuda médica para conter Ebola na África

Cartaz em muro em Monróvia, na Libéria, afirma:"O Ebola é real".
Cartaz em muro em Monróvia, na Libéria, afirma:"O Ebola é real". REUTERS/James Giahyue

A França “estuda” a possibilidade de enviar mais médicos e equipamentos para o oeste da África. Segundo a ministra da Saúde, Marisol Touraine, o país também planeja instaurar controles sanitários para os voos que chegam à França vindos de Conacri, capital da Guiné.

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A expansão da epidemia de Ebola na África pode levar a França a reforçar a cooperação para o controle da doença no país. “Vamos refletir sobre a possibilidade de enviar profissionais de saúde e estruturas para cuidados [dos pacientes] e tratamentos complementares”, declarou a ministra após reunião especial sobre o assunto no Palácio do Eliseu, sede da Presidência francesa.

A ministra também falou sobre os possíveis controles de saúde na chegada de passageiros oriundos dos países mais atingidos pela epidemia de Ebola nos aeroportos França. “Atualmente, já fazemos controles importantes no embarque porque, assim, temos certeza de controlar o estado de saúde das pessoas”.

Greve de profissionais de saúde na Libéria

Os profissionais de saúde liberianos, um dos países mais afetados pela epidemia na África, ampliam a greve. Eles exigem um bônus de risco pelo atendimento aos doentes. O presidente do sindicato do setor anunciou que a greve vai atingir a partir desta segunda-feira todos os hospitais e centros de tratamento.

Muito expostos ao vírus, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), 201 desses profissionais foram contaminados e 95 morreram. Do total de 4033 mortos pela febre hemorrágica em sete países, mais da metade foram registrados na Libéria.

 

 

 

 

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