Acesso ao principal conteúdo
Revista de Imprensa

Regionais em França dividem partido socialista

Áudio 04:12
Primeira páginas dos diários franceses de 13/11/2015
Primeira páginas dos diários franceses de 13/11/2015 RFI

As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas pela política interna francesa nomeadamente a pré-campanha sobre as eleições regionais de dezembro em França, mas também pela imigração na Europa.LE MONDE, titula sobre a estratégia enigmática de Manuel Valls. Evocando uma fusão de listas de direita e de esquerda após a primeira volta das regionais, para impedir uma vitória da Frente Nacional, no norte da França, o primeiro-ministro, provocou um vivo protesto e incompreensão no seio do seu partido socialista.LIBÉRATION, pergunta em capa se há mesmo que votar à direita? Ao evocar esta fusão de listas para barrar o caminho à Frente Nacional, o PM relança o debate da frente republicana e destabiliza o seu campo.Esta fusão com a direita é uma revolução, defende um socialista pró-estratégia Valls, enquanto outro contra, afirma que para a grande maioria dos responsáveis de esquerda esta hipótese não somente desmobiliza o eleitorado, como é pura ficção cientifica, acrescenta LIBÉRATION.No internacional, LE FIGARO, refere-se à cimeira sobre a imigração que acaba de ter lugar em Malta, com a aposta turca para salvar Schengen.Ja está marcada uma nova cimeira para 30 de novmebro dos chefes de estado e de governo europeus, para reforçar o apoio à turquia, impedir a entrada dos refugiados que chegam à Europa, através do mar Egeu. Uma vitória para o presidente Erdogan, nota LE FIGAROPor seu lado, LE MONDE, destaca que na Birmânia está confirmada a vitória da oposição, tendo o partido de Aung San Suu Kyi, Liga nacional para a democracia, conseguido 80 por cento dos lugares no novo parlamento de duas câmaras.Uma autêntica humilhação para o governo cessante herdeiro da junta militar, o Partido para a solidariedade e o desenvolvimento da União, nota ainda LE MONDE.Em relação à África, LA CROIX faz a sua capa com a viagem do Papa à República centro-africana, que ainda está incerta, por razões de segurança.Paris, considera a visita  muito arriscada e o ministro francês da defesa já declarou que não está em condições de garantir a segurança da visita do Papa Francisco, à República centro-africana, nota LA CROIX..  

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.