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Moçambique

Moçambique na cimeira da Commonwealth

Presidente francês François Hollande, a cumprimentar o príncipe Carlos na cimeira de Malta da Commonwealth de 27 de novembro
Presidente francês François Hollande, a cumprimentar o príncipe Carlos na cimeira de Malta da Commonwealth de 27 de novembro REUTERS/Andrew Winning

Cimeira da Commonwealth de La Valette, em Malta, esta-sexta-feira, 27 de novembro, elegeu uma nova secretária-geral, Patricia Scotland, advogada de 60 anos de origem dominicana.

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Os chefes de estado e de governo da Commonwealth, reunidos em cimeira, na ilha de Malta, elegeram uma nova secretária-geral da organização, Patricia Scotland, advogada de 60 ans da República Domicana, tornando-se assim na primeira mulher à frente dessa instituição de 53 paises países membros, que fizeram parte na sua grande maioria  do antigo Império britânico, razão pela qual a presença da Raínha Isabel II, do Reino Unido.

A França, que não é membro da Commonwealth, introduziu o tema do terrorismo na cimeira, pois o Presidente francês, fez uma breve deslocação à capital de Malta, La Valette, para dizer aos seus homólogos que estarão nos próximos dias em Paris, que a COP-12, sobre o clima, não será transformada numa conferência sobre o terrorismo, mesmo se os temas estão inter-ligados.

De notar que Moçambique, país afro-lusófono, que não pertenceu ao Império britânico, é no entanto membro da Commonwealth, e esteve representado nesta de cimeira, de Malta, dedicada a questões sobre o clima, a cooperação, o terrorismo, e a imigração, pelo seu Presidente, Filipe Nyusi.

Para o Politólogo moçambicano, Salvador Forquilha, do Instituto de Estudos Sociais e Económicos de Maputo, a presença do presidente Nyusi, na cimeira da Commonwealth de Malta, tem um significado estratégico e político.

 

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