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Economias

Novo arsenal do BCE contra risco deflacionista

Áudio 13:11
Mario Draghi, presidente do BCE esta quinta-feira 10 de março de 2016
Mario Draghi, presidente do BCE esta quinta-feira 10 de março de 2016 REUTERS/Kai Pfaffenbach

Mario Draghi, o governador do Banco Central Europeu, anunciou ontem mais medidas para combater os riscos de deflação na zona euro. Baixa da taxa de referência para 0%, grandes incentivos para os bancos injectarem dinheiro na economia, reforço do montante do Quantitative Easing e alargamento do seu âmbito às dívida das empresas. É que a taxa de inflação prevista para 2016 é de somente 0,1%. Se a curto prazo, a fraca inflação pode até parecer benéfica para o poder de compra, os efeitos a médio e longo-prazo de uma tendência deflacionista são nocivos e sinónimo de estagnação económica. O economista português Nuno Teles, investigador na Universidade de Coimbra, analisa as mudanças na política monetária da zona euro sublinhando os limites da acção do BCE num quadro de restrição orçamental e de fraqueza do lado da procura.

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