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Africa

Críticas ao reforço militar da CEDEAO na Guiné-Bissau

Aristides Gomes garante não terem fundamento as críticas ao reforço militar da CEDEAO
Aristides Gomes garante não terem fundamento as críticas ao reforço militar da CEDEAO Cabinet

A CEDEAO quer mandar para a Guiné-Bissau mais soldados da força da Ecomib com vista às eleições presidenciais de 24 de novembro, mas os líderes guineenses torcem o nariz.

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A dez dias das presidenciais, o debate está centrado em torno do reforço de soldados da Ecomib na Guiné-Bissau. Dos partidos da oposição ao Governo, passando por alguns candidatos às presidenciais do próximo dia 24, há um certo temor daquilo a que chamam uma tentativa de subjugação, de humilhação às forças armadas e de voltar a colonizar os guineenses, desta vez por parte de países da CEDEAO.

O Partido da Renovação Social (PRS) avisa que qualquer entrada dos 1.800 soldados da Ecomib no território guineense será vista como “ato de guerra que terá uma resposta adequada das forças armadas”.

Face a este cenário, os chefes das forças armadas do Senegal, Togo, Níger e Nigéria reuniram-se, esta quinta-feira, em Bissau, com o chefe do Governo, Aristides Gomes, para falar em que moldes é que haverá esse reforço de soldados da Ecomib. Ainda assim, no final do encontro não prestaram qualquer declarações aos jornalistas.

Ao contrário, Aristides Gomes abordou as críticas e suspeitas da oposição ao seu Governo, bem como de alguns candidatos à Presidência do país, que considera não terem razão de ser uma vez que o reforço de soldados da Ecomib acontece apenas como necessidade de prestar apoio às entidades de segurança da Guiné-Bissau neste período eleitoral. 

O Chefe de Governo lembrou ainda que Aristides Gomes sublinhou que a Ecomib está na Guiné-Bissau como força dissuasora e não de invasão.

Para além dos Chefes das Forças Armadas de quatro países da CEDEAO, que estão em Bissau, no sábado devem chegar os Presidentes de seis países da Comunidade Económica de Estados da Africa Ocidental. Todos revelam preocupação com o aproximar do dia das eleições presidenciais, a 24 deste mês.

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