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Moçambique

Moçambique assinala hoje a passagem do ciclone pela cidade da Beira

Rosa Tomás e o seu filho Dionísio Eduardo, junto ao que restava da sua casa após a passagem do ciclone Idai em  Março de 2019. Buzi, Moçambique.
Rosa Tomás e o seu filho Dionísio Eduardo, junto ao que restava da sua casa após a passagem do ciclone Idai em Março de 2019. Buzi, Moçambique. Yasuyoshi CHIBA / AFP

Moçambique assinala hoje a passagem do ciclone pela cidade da Beira. Um ano depois, as marcas da destruição ainda são  visíveis. Mais de dois milhões de pessoas ainda precisam de ajuda humanitária nas zonas afectadas em consequência do fenômeno natural severo.

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Neste dia, há um ano o ciclone IDAI fustigava várias províncias do centro de Moçambique e Sofala foi a mais afectada.

Mais de 600 pessoas morreram, 700 mil hectares de campos agrícolas ficaram destruídas pelas chuvas acompanhadas de ventos fortes de ate 350 quilómetros por hora;

Um ano depois, muito foi feito mas muito também ficou por fazer na reconstrução de infraestruturas públicas e privadas destruídas admite o ministro das obras públicas, habitação e recursos hídricos Joao Machatine.

Sao necessários para este processo 3.2 mil milhões de dólares norte americanos. Os parceiros internacionais comprometeram-se na conferência de doadores em junho na cidade da Beira a apoiar com 1.2 mil milhões de dólares, fundos que até aqui não foram desembolsados, na sua totalidade.

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa

Orfeu Lisboa, correspondente, em Maputo

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