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Guiné-Bissau

CEDEAO insta governo de Imbali a demitir-se

Logótipo GIABA/CEDEAO
Logótipo GIABA/CEDEAO Giaba.org

A CEDEAO deu o que diz ser um ultimato aos membros do Governo do primeiro-ministro, Faustino Imbali para que deixem trabalhar o Governo do primeiro-ministro, Aristides Gomes. A organização avisa que se até sexta-feira, não tiverem lugar as demissões individuais, a CEDEAO vai aplicar "sanções pesadas" a cada um dos membros do Governo de Imbali.

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Até quinta-feira, todos os membros do Governo de Faustino Imbali devem apresentar a sua demissão, caso contrário serão alvos de pesadas sanções. Foi o que disse esta quarta-feira, Blaise Dipló, o marfinense representante da CEDEAO em Bissau, lendo um comunicado da organização sub-regional.

Blaise Dipló pediu a todos os que “integram, de forma abusiva, o Governo ilegal de Faustino Imbali a se distanciarem de qualquer iniciativa que possa comprometer as eleições presidenciais do próximo dia 24”.

O representante da CEDEAO em Bissau voltou a frisar que para a sua organização a Constituição da Guiné-Bissau, os resultados das últimas eleições legislativas de 10 de Março e as decisões da cimeira de líderes da organização, realizada em junho, na Nigéria, não deixam dúvidas sobre a legalidade do Governo do primeiro-ministro, Aristides Gomes.

Blaise Dipló sublinhou que se até quinta-feira, os membros do Governo de Faustino Imbali que não apresentarem a carta de demissão na sede da organização em Bissau, será alvo de pesadas sanções, a serem adoptadas na cimeira de líderes da CEDEAO a ter lugar na sexta-feira, dia 08, em Niamey, no Níger.

A cimeira de Niamey foi convocada para debater a crise política na Guiné-Bissau, o Presidente José Mário Vaz, o primeiro-ministro Aristides Gomes e a ministra dos Negócios Estrangeiros, Suzy Barbosa, foram convidados a participar na reunião.

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