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Guiné-Bissau

"Jomav quer comprometer processo eleitoral"

José Mário Vaz, presidente da Guiné-Bissau
José Mário Vaz, presidente da Guiné-Bissau SEYLLOU / AFP

Na Guiné-Bissau, o governo do primeiro-ministro Aristides Gomes acusou José Mário Vaz de querer "parar o processo eleitoral" e de "tentar obstaculizar o início do julgamento dos suspeitos no envolvimento no tráfico de droga".

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O comunicado do governo foi lido pelo porta-voz do Governo de Aristides Gomes, no final do Conselho de Ministros realizado hoje no Palácio do Governo em Bissau.

Armando Mango começou por condenar “com veemência” a convocação da reunião de Conselho Superior de Defesa Nacional pelo candidato José Mário Vaz na altura em que decorre a campanha eleitoral no país.

“Configura um grave atentado ao clima de paz, de estabilidade reinante no país e confirma a tese de tentativa de golpe de Estado, denunciado em tempo útil pelo primeiro-ministro”.

O porta-voz do Governo de Aristides Gomes apelou aos funcionários públicos do Palácio do Governo para voltarem amanha ao trabalho amanhã e pediu aos guineenses para se manterem “calmos e serenos”, perante a “vã tentativa” do chefe de Estado provocar a “desestabilização do país e comprometer o processo eleitoral em curso”.

Armando Mango acusou ainda o chefe de Estado de tentar obstaculizar o início do julgamento dos suspeitos no envolvimento no tráfico de droga.

A Guiné-Bissau vive um impasse político desde que o Presidente José Mário Vaz demitiu, no passado dia 28 de Outubro, o Governo de Aristides Gomes e de ter dado posse, a 31 de Outubro, ao executivo de Faustino Imbali.

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