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França/ Guiné-Bissau

Eleitores guineenses aguardam urna eleitoral em Lille

A Guiné-Bissau vota para as presidenciais a 24 de Novembro.
A Guiné-Bissau vota para as presidenciais a 24 de Novembro. SEYLLOU / AFP

A comunidade guineense em Lille continua à espera de uma urna eleitoral para poder votar este domingo nas eleições presidenciais.

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A embaixada guineense em França garantiu aos eleitores que a urna chega esta quarta-feira a Lille. Em Março passado, o total de guineenses recenseados em França passou de 4000 guineenses para 800 nas listas oficiais para votação.

Valores que levaram, na altura, a embaixadora da Guiné-Bissau, Filomena Mascarenhas Tipote, a afirmar que esse teria sido "o pior recenseamento de sempre".

"Domingo toda a diáspora vai votar ao mesmo tempo da população guineense na Guiné", garantiu o presidente da Associação Guineense Solidária.

Dembo Cante explicou-nos que a comunidade guineense protestou contra medidas que previam suprimir urnas eleitorais. "Inicialmente estava previsto que apenas três cidades francesas tivessem mesa de voto", afirma.

O presidente da Associação Guineense Solidária apontou dois problemas que limitam o direito de voto à diáspora guineense; "os cortes orçamentais de Bissau que reduziam as urnas para apenas três cidades francesas e o recenseamento eleitoral mal feito".

Durante vinte e um dias, os doze candidatos tentaram convencer os 761 mil eleitores, a nível nacional e da diáspora.

Para as eleições deste domingo concorrem doze candidatos, entre os quais, o presidente-cessante, José Mário Vaz; Domingos Simões Pereira, presidente do PAIGC; Nuno Gomes Na Bian; Umaro El Mocktar Sissoco Embaló, antigo Primeiro-ministro; Carlos Gomes Júnior, o antigo primeiro-ministro; e Baciro Djá, que chefiou o Governo guineense em 2016.

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