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Guiné-Bissau

APU-PDGB em rota de colisão

Nuno Gomes Nabiam, líder do APU-PDGB na Guiné-Bissau
Nuno Gomes Nabiam, líder do APU-PDGB na Guiné-Bissau REUTERS/Joe Penney

As divisões no seio do APU-PDGB são cada vez mais visíveis. Esta semana o líder do partido, Nuno Nabian, anunciou que vai apoiar a candidatura de Umaro Sissoco Embalo, todavia o partido não revê neste acordo.

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O líder da APU PDGB rubricou no Senegal, na passada terça-feira, dia 3, um acordo de apoio a Umaro Sissoco Embaló na segunda volta das presidenciais. O acordo foi apresentado como sendo um compromisso em nome da estabilização da Guiné-Bissau, com Umaro Sissoco Embaló na presidência.

Ao chegar a Bissau, na quarta-feira, Nuno Nabian disse aos jornalistas, ainda no aeroporto, que assinara o acordo porque acredita que Sissoco Embaló “tem melhores condições para unir os guineenses”.

Mas, também disse aos jornalistas que quem no seu partido, APU, não estiver do seu lado, no apoio à Sissoco Embaló, é livre de apoiar Domingos Simões Pereira.

Ontem, os restantes membros da direcção da APU-PDGB vieram dizer que se demarcavam de Nuno Nabian, frisando que não se revêm no acordo que este fez com Embaló.

Os membros do APU dizem ainda que Nabian não consultou nenhum órgão do partido antes de assumir compromisso com Sissoco Embaló.

Os membros da direcção da APU manifestaram-se fiéis ao compromisso que o partido firmou com o PAIGC, em Março passado, para dar sustentabilidade ao Governo no parlamento.

Nos próximos dias, os dirigentes da APU, agora em rota de colisão com Nuno Nabian, prometem anunciar quem é que o partido vai apoiar na segunda volta das presidenciais que está marcada para 29 de Dezembro.

 

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