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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau vigilante face à epidemia de ébola

Na Guiné-Bissau está em curso o programa de luta contra o ébola.
Na Guiné-Bissau está em curso o programa de luta contra o ébola. REUTERS/Daniel Berehulak/The New York Times/

Peter Jan Graaff, representante especial interino do secretário-geral da ONU e chefe interino da Missão das Nações Unidas para a Resposta de Emergência Contra o Ébola, está na Guiné-Bissau, onde aconselhou ao reforço da vigilância, apesar de não haver registo de casos de ébola no país.

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O diplomata holandês, que foi nomeado para o cargo a 25 de Abril, era desde Outubro de 2014 o responsável da luta contra o ébola na Libéria, um dos países mais atingidos pela epidemia, ao lado da Guiné Conacri e da Serra Leoa. Nestes países, a epidemia afectou mais de 27 mil pessoas, tendo causado mais de 11 mil mortes.

Na Guiné-Bissau está em curso o programa de luta contra o ébola, que envolve organizações como UNICEF, OMS, Cruz Vermelha, União Europeia, Banco Mundial, ONGs da sociedade civil, países amigos e parceiros, que desenvolvem acções de formação e fornecem equipamento médico.

Peter Graaff avistou-se hoje (24/06) com o primeiro-ministro Domingos Simões Pereira, junto de quem defendeu "a importância de estar tudo a postos" como forma de prevenção e apelou à vigilância para evitar a entrada do vírus no país, devido à forte mobilidade das populações, particularmente nas regiões fronteiriças com a Guiné Conacri, onde desde Maio têm surgido vários novos casos de ébola, designadamente no município de Boké, que faz fronteira com Cuntabane, no sul da Guiné-Bissau.

Os detalhes com Aliu Candê, em serviço especial para a RFI.

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