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Guiné-Bissau

Crise política entre presidente e governo guineenses

José Mário Vaz, presidente guineense
José Mário Vaz, presidente guineense AFP / ALFA BA

Continua a guerra aberta entre o chefe-de-Estado e o primeiro-ministro que acusou o presidente de querer destituir o governo. José Mário Vaz que já se encontrou já com os partidos sem e com assento parlamentar enquanto esta sexta-feira o PAICG convidou os simpatizantes para uma concentração na capital.

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Tensão e indefinição parecem caracterizar o actual momento político que vive a Guiné-Bissau.

O presidente José Mário Vaz ainda não veio a público esclarecer se pretende ou não destituir o actual executivo como foi alegado há três dias pelo presidente do parlamento Cipriano Cassamá.

O chefe-de-Estado tem estado a consultar as forças vivas da nação o que indicia a eventualidade de uma decisão de envergadura que, a acontecer, intervirá após a reunião do Conselho de Estado que ainda não teve lugar.

Face a esta indefinição, os deputados, de forma unânime, voltaram a reafirmar, ontem, a sua confiança no governo. Já esta tarde em Bissau, os simpatizantes do PAIGC eram chamados a concentrarem-se numa acção de apoio ao governo e de repúdio à intenção presidencial de derrubar o executivo.

Mais pormenores com o nosso correspondente em Bissau, Mussá Baldé.

Correspondência Bissau

Por seu turno, o representante na capital guineense do secretário-geral da ONU, o ex presidente são-tomense Miguel Trovoada, admite que a crise política em curso poderá ameaçar os financiamentos previstos pelos parceiros internacionais para a Guiné-Bissau.

Miguel Trovoada - Representante do Secretário-geral da ONU

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