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Guiné-Bissau: há dois meses sem governo

Áudio 13:39
REUTERS/Joe Penney

A Guiné-Bissau está há quase dois meses sem governo e o impasse continua, pois o Presidente José Mário Vaz e o antigo primeiro-ministro Domingos Simões Pereira (exonerado a 12 de Agosto) continuam incompatibilizados.O primeiro-ministro Carlos Correia remeteu na passada sexta-feira (2/10) a sua proposta de governo ao Presidente, que até ao momento não se pronunciou, pois não concordaria com alguns nomes, incluindo, especula-se, o de Domingos Simões Pereira, que por sua vez poderia estar a ser alvo de tentativas de detenção.Rui Jorge, politólogo e investigador associado junto do INEP, defende que "a CEDEAO, União Africana ou outras instituições internacionais deveriam mediar este impasse", pelo qual "responsabiliza o Presidente José Mário Vaz - que não é o único".Para Rui Jorge, é necessária uma terceira estrutura para que a Guiné-Bissau saia do impasse e o antigo Presidente nigeriano "Olusegun Obasanjo, mediador da CEDEAO nesta crise, confiou na maturidade política dos dirigentes guineenses... e deixou o país antes da formação de um governo".

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