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Guiné-Bissau/ França

"Lumières d'Afriques" 54 artistas africanos expoem em Paris

Nú Barreto, artista plástico da Guiné-Bissau
Nú Barreto, artista plástico da Guiné-Bissau Miguel Martins/RFI

Abriu hoje ao público no Palais de Chaillot em Paris, a exposição "Lumières d'Afriques" na qual 54 pintores, escultores, fotógrafos e repórteres de imagem africanos dão a sua visão sobre África, sob o lema "Direito ao Acesso à Energia", o artista plástico guineense Nú Barreto é um deles.

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Trata-se de uma iniciativa do grupo Artistas Africanos para o Desenvolvimento, uma organização filantrópica criada em 2009 por Gervanne e Matthias Leridon, em resposta aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio definidos pela ONU.

Em prelúdio à cimeira mundial sub mudanças climáticas COP21 que vai decorrer em Paris a partir do final de Novembro, a exposição "Lumières d'Afriques" visa alertar os Estados do continente africano, para a necessidade de massificar o acesso à electricidade.

Os 54 artistas contemporâneos africanos convidados exprimem de forma figurativa, mas também através de um vídeo de 54 minutos, a sua visão sobre uma "África das Luzes", ou o direito legítimo e fundamental para o desenvolvimento de todas as sociedades humanas de terem acesso à energia.

Esta exposição, que será itinerante, está patente ao público desde hoje até 24 de Novembro, simbolicamente no Palais Chaillot, onde em 1948 foi assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Vindos dos cinco PALOP estão patentes obras de Franck Ludangi de Angola, Tchalé Figueira de Cabo Verde, Nú Barreto da Guiné-Bissau, Gonçalo Mabunda de Moçambique e René Tavares de São Tomé e Príncipe.

Nú Barreto, artista plástico guineense residente nos arredores de Paris dá conta da importância desta temática que é uma preocupação comum nos 54 países africanos.

 

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