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Guiné-Bissau

Técnicos de saúde mantêm greve na Guiné-Bissau

Hospital Simão Mendes, Bissau.
Hospital Simão Mendes, Bissau. Liliana Henriques / RFI

Foi inconclusivo o encontro que reuniu esta tarde a comissão do Sindicato Nacional de Tecnicos da Saúde Pública e responsáveis do governo da Guiné-Bissau. O presidente do sindicato, Domingos Sami, garantiu à RFI que a greve está a ter uma boa adesão e vai manter-se até ao dia 12.

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Na Guiné-Bissau prossegue a greve dos profissionais de saúde. Esta tarde os responsáveis do governo e representantes do sindicato estiveram reunidos mas não chegaram a qualquer tipo de acordo. Contactado pela RFI, Domingos Sami, presidente do Sindicato Nacional de Técnicos da Saúde Pública, disse que o executivo terá pedido ao sindicato para terminar a greve, mas o pedido foi recusado pela ausência de propostas convincente da parte dos responsáveis políticos.

Na base desta greve que começou ontem, está o pagamento de dez meses de salário aos técnicos recém-contratados, o pagamento em retroactivo aos técnicos promovidos desde 2010 e o reajuste salarial dos profissionais que, entretanto, se especializaram, mas que continuam a receber a verba relativa a categorias antigas. O sindicato exige ainda o pagamento de 15 meses de "subsídio de vela", pago aos profissionais que prestam serviço nocturno nos centros médicos, mais sete meses de subsídio de isolamento.

O presidente do Sindicato Nacional de Técnicos da Saúde Pública garantiu que a gerve está a ter uma adesão de cem por cento, no entanto os serviços minimos estão a ser garantidos " no banco de urgência, maternidade pediatria e bloco operatório".

Domingos Sami disse ainda que a sociedade civil solicitou um encontro que com o sindicato para tentar mediar o impasse, uma reunião deverá ter lugar amanhã. 

 

 

 

 

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