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Guiné-Bissau

Guiné-Bissau: saúde continua em greve

Hospital Nacional Simão Mendes, Bissau.
Hospital Nacional Simão Mendes, Bissau. https://www.facebook.com/HNSMCRR

 O Sindicato dos Técnicos de Saúde Pública da Guiné-Bissau decretou um novo movimento de greve até dia 29 de Abril por incumprimento das reivindicações apresentadas pelos trabalhadores.

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A última greve no sector da saúde guineense foi decretada a 4 de Abril por um período de 7 dias úteis, que terminou dia 12. Devido à não satisfação de grande parte das reivindicações, o Sindicato Nacional dos Técnicos de Saúde Pública decretou um novo movimento de greve entre os dias 13 e 29 de Abril.

O "governo prometeu pagar os subsídios de vela e uma parte do subsídio de instalação dos novos ingressos...mas o segundo ponto do caderno reivindicativo onde tudo bloqueou foi a nova proposta do registo salarial".

Domingos Sami, presidente do Sindicato dos Técnicos de Saúde Pública que ontem teve um encontro com a União Central dos Trabalhadores da Guiné (UNTG), propõe para sair do impasse a "criação de uma comissão técnica porque o governo está a mandatar directores gerais e secretários gerais, que em matéria negocial não têm poder de decisão".

Segundo Domingos Sami a "adesão à greve é de 100% em todos os hospitais do país, é apenas garantido o serviço mínimo", o dirigente sindical admite que os "doentes estão a ser penalizados" e responsabiliza o governo por não atender as reivindicações dos trabalhadores.

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