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Guiné-Bissau

Parceiros financeiros da Guiné-Bissau congelam ajudas

Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau.
Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau. Liliana Henriques / RFI

Os parceiros financeiros da Guiné-Bissau não vão dar os apoios financeiros prometidos para esta ano. A notícia foi dada pelo representante do Fundo Monetário Internacional que iniciou, esta quinta-feira, uma visita de sete dias a Bissau.

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Os parceiros financeiros da Guiné-Bissau anunciaram ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que este ano não vão dar os apoios financeiros prometidos para 2016.

O anúncio foi feito por Felix Fisher, chefe da missão do FMI para a Guiné-Bissau: "Os parceiros que antigamente deram apoio orçamental comunicaram-nos que não vão dar apoio este ano, o que complica obviamente a situação fiscal do Governo". 

Felix Fisher disse aos jornalistas não conhecer as razões do congelamento dos apoios.

Oiça aqui as declarações de Felix Fisher, chefe da missão do FMI para a Guiné-Bissau, num áudio registado pelo nosso correspondente Mussá Baldé.

 

Felix Fischer, Chefe da missão do FMI para a Guiné-Bissau

 

O FMI iniciou esta quinta-feira uma missão de avaliação às medidas económicas e financeiras preconizadas pelo novo Governo de Bissau. A missão do FMI vai abordar com o novo executivo o contrato de resgate aos bancos comerciais do país, celebrado pelo executivo demitido e posteriormente anulado.

Nos últimos onze meses a Guiné teve quatro governos e os representantes das principais organizações internacionais têm alertado que o desembolso dos fundos anunciados na mesa de doadores de 2015 - mil milhões de euros – vai depender da criação de condições de estabilidade no país.

 

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