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Guiné-Bissau

Fim de crise institucional à vista em Bissau?

SIA KAMBOU / AFP

Os presidentes da Guiné-Conacri, Alpha Condé, e da Serra Leoa, Ernest Koroma, estão na Guiné-Bissau, onde vão tentar desbloquear a crise política no país.

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Os chefes de Estado foram recebidos no aeroporto internacional de Bissau pelo Presidente guineense, José Mário Vaz, e pelo Presidente do Parlamento, Cipriano Cassamá.

Na sequência da deslocação ao país, as partes em conflito PAIGC, vencedor das eleições legislativas, os seus 15 deputados dissidentes e o PRS vão assinar ainda hoje um acordo para formação de um governo de inclusão e consenso garantiu o Presidente do Parlamento Cipriano Cassamá.

"Procurámos com os pontos que nos foi informado pela delegação que veio cá falar connosco. Posteriormente esses seis pontos iremos, na Presidência da República, assinar um acordo que irá sair ainda hoje", afirmou o Cipriano Cassamá.

A delegação da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) propôs a formação de um governo de consenso e inclusivo que terá o mandato de um ano como forma de tirar o país do impasse político que perdura há mais de um ano.

Menos categórico é o primeiro-ministro guineense, Baciro Djá, que se mostrou, no entanto, optimista quanto a uma solução para o diálogo entre o governo e a oposição.

O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, disse ter chegado a hora dos dois principais partidos se entenderem para o governo trabalhar.

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