Acesso ao principal conteúdo
Guiné-Bissau

Rubricado em Bissau acordo para governo de inclusão

Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau
Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau Wikipédia/Colleen Taugher

Foi ontem rubricado um acordo entre o PAIGC, os seus 15 deputados dissidentes e o PRS para formação de um governo de inclusão e consenso na Guiné-Bissau.

Publicidade

Depois de uma longa maratona de conversações com as partes desavindas no espectro político guineense, os dois chefes de Estado da sub-região, la conseguiram que se assinasse um documento que se espera venha a colocar um ponto final da crise e impasse político que a Guiné-Bissau conhece já la vai mais de um ano.

O documento, assinado pelos partidos com representação parlamentar: PAIGC, PRS, União para Mudança, PND e PCD bem como o grupo dos 15 deputados dissidentes do PAIGC, visa essencialmente a formação de um novo Governo, um governo inclusivo e de consenso entre as partes.

É justamente esse consenso que se vai procurar a partir de terça-feira, numa serie de conversações para a escolha da figura que irá liderar o Governo e o formato do mesmo.

Os chefes de Estado da CEDEAO que visitaram Bissau deixaram essa tarefa sob a responsabilidade do novo presidente da comissão da organização, o beninense Alain Marcel de Souza que se vai manter na Guiné-Bissau até que haja esse entendimento.

Nos bastidores da política e círculos diplomáticos em Bissau, a grande questão é agora saber que figura de consenso é essa e se será um elemento indicado ou não pelo PAIGC, na qualidade de partido vencedor das últimas eleições legislativas.

O líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, já avisou que qualquer engenheira de Governo terá que ter em conta esse pormenor caso contrário o seu partido teria muita dificuldade em aceitar qualquer acordo.

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.