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GUINÉ-BISSAU

Reunião sobre o Franco CFA em Paris

Têm sido levantados vários problemas à parceria que une a França aos Estados membros: alguns referem uma conotação colonialista mas também um travão ao desenvolvimento económico dos países.
Têm sido levantados vários problemas à parceria que une a França aos Estados membros: alguns referem uma conotação colonialista mas também um travão ao desenvolvimento económico dos países. AFP/Seyllou

Teve hoje lugar em Paris uma reunião dos ministros das Finanças dos 14 países membros da zona Franco CFA. Os temas discutidos foram muito abragentes, desde o investimento nos países membros ao desenvolvimento dos mesmos. 

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No entanto, a reunião decorreu numa altura em que a viabilidade do Franco CFA na economia dos Estados membros tem sido reposta em causa. Carlos Lopes, secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas para África, declarou nomeadamente que o sistema estava "obsoleto".

Tem sido apontado o dedo a vários defeitos que teria a parceria actual que une a França aos 14 Estados membros: alguns referem uma conotação colonialista (devido, sobretudo, a uma forte dependência do Franco CFA em relação ao euro), mas também o facto de que a moeda estaria a travar o desenvolvimento económico dos países.

Henrique Horta, ministro da Economia e das Finanças da Guiné-Bissau, presente na reunião, considera que o Franco CFA é muito benéfico para a Guiné-Bissau e que tem ajudado a economia a manter-se estável.

 

 

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