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Guiné-Bissau

Presidente do Parlamento Guineense deposita uma queixa por assalto ao seu gabinete

Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau.
Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau. Liliana Henriques / RFI

Depois de na semana passada o gabinete do presidente do Parlamento da Guiné-Bissau ter acusado o Governo de ter substituído ilegalmente os agentes do corpo de segurança da assembleia nacional popular, hoje a presidência do parlamento declarou que o seu gabinete foi assaltado durante o passado fim-de-semana, pelo que anunciou ter apresentado uma queixa junto das autoridades.

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Numa nota de imprensa de Cipriano Cassamá, presidente da ANP, lida por Inácio Tavares, um dos porta-vozes do Parlamento, durante o alegado
assalto do passado fim-de-semana teriam sido retiradas algumas pastas de arquivo com documentos. De acordo com o gabinete de Cipriano Cassamá esta alegada intrusão é a consequência directa da troca do corpo de segurança no edifício do Parlamento, uma troca decidida pelo ministro do Interior sem o consentimento de Cipriano Cassamá, como estabelecido na lei guineense. Mais pormenores com Mussa Baldé.

Refira-se que a notícia deste alegado assalto não deixou de suscitar reacções, o PAIGC, partido maioritário, tendo emitido um comunicado em que dá conta da sua "total consternação e repúdio" pelo sucedido e lança um apelo à CEDEAO sobre "a necessidade urgente de instalarem forças da ECOMIB na Assembleia Nacional Popular" de modo a garantir a segurança daquela instituição.
 

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