Acesso ao principal conteúdo
Convidado

20 anos depois da guerra civil da Guiné-Bissau

Áudio 10:57
Afonso Té, líder do PRID e antigo Chefe de Estado-Maior adjunto das Forças Armadas aquando da guerra civil de 1998-99, na RFI em Dezembro de 2013.
Afonso Té, líder do PRID e antigo Chefe de Estado-Maior adjunto das Forças Armadas aquando da guerra civil de 1998-99, na RFI em Dezembro de 2013. Liliana Henriques / RFI

Há vinte anos, no dia 7 de Junho de 1998, deu-se o início da guerra civil na Guiné-Bissau. Naquele dia, o brigadeiro Ansumane Mané, que tinha acabado de ser demitido das suas funções de Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas pelo então Presidente Nino Vieira que o acusava de ser responsável do tráfico de armas do exército guineense para a guerrilha da Casamança, no vizinho Senegal, conduziu um levantamento militar que resvalou para uma guerra civil. Vários meses e cerca de 2000 mortos depois (segundo estimativas de ONGs), o equilíbrio de forças inverteu-se em desfavor do Presidente Nino Vieira que se viu forçado ao exílio em 1999, antes de ser eleito em 2000 um novo Presidente, Kumba Yalá. Nessa época conturbada, Afonso Té, actualmente líder do Partido Republicano para a Independência e Desenvolvimento (PRID), foi nomeado por Nino Vieira Chefe de Estado-Maior adjunto das Forças Armadas. Ao fazer um balanço desse período, Afonso Té evoca as causas que foram apontadas para a génese da guerra.

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.