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Guiné-Bissau

Sector do ensino novamente em greve na Guiné-Bissau

O regresso às aulas devia ter começado esta segunda-feira.
O regresso às aulas devia ter começado esta segunda-feira. Liliana Henriques / RFI

O sector da educação da Guiné-Bissau entrou novamente em greve esta segunda-feira, o bloqueio podendo estender-se até ao 31 de Outubro. O Sindicato Nacional dos Professores (SINAPROF), o Sindicato Democrático dos Professores (SINDEPROF) e o Sindicato Nacional dos Professores e Funcionários da Escola Superior de Educação (SIESE) que estão na base do movimento acusam o governo de "incumprimento" do seu caderno reivindicativo.

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No seu pré-aviso entregue na semana passada, estes três sindicatos indicam ter entregado ao governo o seu caderno reivindicativo no passado dia 19 de Setembro, reclamações que não receberam resposta satisfatória por parte do governo de Aristides Gomes. Perante esta situação que qualificam de "incumprimento", estas organizações sindicais convocaram uma greve com início hoje até ao fim do mês.

Entre os 17 pontos abrangidos nas exigências dos representantes do sector do ensino, constam nomeadamente a aplicação do Estatuto de Carreira Docente com efeitos retroactivos bem como o pagamento dos salários em atraso. Esta paralisação que coincide com o momento em que deviam recomeçar as aulas, segue-se a vários movimentos ocorridos nestes meses, o último tendo-se registado em Julho deste ano. Mais pormenores com Mussa Baldé.

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