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Guiné Bissau / Eleições

Continua o impasse eleitoral na Guiné Bissau

Aristides Gomes. Primeiro-ministro da Guiné-Bissau. (Imagem de arquivo).
Aristides Gomes. Primeiro-ministro da Guiné-Bissau. (Imagem de arquivo). GEORGES GOBET / AFP

No final da sua estadia, hoje em Bissau, a missão da CEDEAO instou as autoridades guineenses, em comunicado,  a  marcar as eleições legislativas antes da sua próxima cimeira, a 22 de Dezembro. Segundo a CEDEAO, estas eleições  deveriam decorrer, o mais tardar, antes do final de Janeiro de 2019.

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A missão da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental), chegou ontem a Bissau com a missão de avaliar a evolução do processo que deve conduzir às eleições legislativas neste País de expressão oficial portuguesa.

Durante a sua curta estadia, a delegação ministerial da CEDEAO teve encontros de alto nível com várias autoridades politicas da Guiné Bissau, e avistou-se com os principais actores da actual crise político - institucional que atravessa o País.

Globalmente, a delegação  considerou positivos os esforças empreendidos pelas autoridades guineenses na preparação das eleições. Porém, mostrou alguma   preocupação quanto ao clima político actual, com acusações de irregularidades  que mancharam o recenseamento eleitoral.

A delegação da CEDEAO convidou, pois, as autoridades da Guiné Bissau ultrapassar a situação, retomar e finalizar o recensamento eleitoral, e iniciar as  outras etapas do processo.

Após um novo encontro, hoje, entre o Presidente guineense, josé Mário Vaz, e os partidos politicos, a data das eleições continua - todavia - por determinar, conforme disse à RFI o Primeiro - ministro, Aristides Gomes.

Oiça o chefe do Executivo guineense, num registo sonoro do correspondente da RFI na Guiné Bissau, Mussá Baldé :

 

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